sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Vídeo - Investindo em Ações

Ola pessoal,

Este vídeo traz uma reportagem muito interessante sobre investimento no mercado de capitais. Algumas explicações e excelente pra quem está iniciante neste mercado e quer entender um pouquinho mais, assistam!



Fonte: Portal do Investidor

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Brasil se mantêm no 10º mais atrativo na indústria de petróleo

Apesar da descoberta do pré-sal, as incertezas regulatórias mantiveram o Brasil na 10ª posição entre os países mais atrativos para a indústria do petróleo, segundo pesquisa anual publicada pela consultoria britânica Robertson Research. O País chegou a liderar o ranking em 1999, ano do primeiro leilão da Agência Nacional do Petróleo (ANP), mas não passa do 10º desde 2005, ano em que o leilão foi suspenso por decisão judicial.
Após o anúncio das descobertas do pré-sal, o mercado esperava uma reação do Brasil no ranking, que é resultado de entrevistas com 85 petroleiras com atuação global. As notícias sobre mudança no modelo regulatório e aumento da presença estatal, porém, impediram o avanço, na opinião de especialistas do setor. O topo da lista deste ano é ocupado pelo Egito, que subiu uma posição com relação a 2007.

A pesquisa, chamada New Ventures Survey, ainda não foi divulgada à imprensa, mas já chegou às mãos dos clientes da Robertson Research. O documento ao qual o Estado teve acesso não inclui todas as avaliações feitas pelos analistas da entidade. Com relação à América do Sul, porém, eles dizem que "o risco político está se sobrepondo ao potencial exploratório e alguns países vêm falhando na criação de expectativas positivas".
Países da região que fizeram mudanças recentes na legislação do setor, Bolívia, Equador e Venezuela, nem sequer aparecem entre os 45 países mais atrativos. Peru e Colômbia, que, ao lado do Brasil eram apontados como países seguros para o investimento estrangeiro, galgaram posições. O primeiro, que fará licitação no fim de setembro, subiu cinco degraus, para o 11º lugar. A Colômbia está em 5º lugar, duas posições acima da do ano passado.
Apesar de manter-se na 10ª posição, o Brasil tem hoje um número maior de países à sua frente - a pesquisa permite que dois ou mais concorrentes ocupem a mesma posição, caso obtenham o mesmo número de pontos. Há hoje 15 países à frente do Brasil, ante 12 no ano passado. No ranking de 2008, o País perdeu posições para Tailândia, Omã, Malásia, Angola e Vietnã. O movimento foi compensado pelas quedas ainda maiores de Noruega, Nigéria e Mauritânia.

INCERTEZA
"O mercado reage muito rápido ao clima de incerteza", aponta o consultor Adriano Pires, do Centro Brasileiro de Infra-Estrutura, referindo-se às notícias sobre mudanças regulatórias, iniciada logo após o anúncio das reservas gigantes de Tupi, em novembro do ano passado. Na ocasião, o governo retirou blocos do pré-sal da lista de ofertas da 9ª Rodada de Licitações da ANP, que ocorreria semanas mais tarde.
Vem ganhando força a idéia de criar uma estatal para gerir as reservas do pré-sal e até em desapropriação de concessões chegou-se a falar, diz um executivo de empresa com participação no pré-sal. "Essa sucessão de notícias ruins esfria o ânimo de qualquer investidor."

Liberação dos dividendos ELETROPAULO

Bom dia,

Depois de cair mais de 5% em virtude da notícia que a Eletropaulo não liberaria os dividendos, a companhia anunciou ontem que consiguiu a liberação do dinheiro.
Isso deve melhorar o desempenho do papel e no mínimo recuperar o que perdeu, fique de olho.

"A Eletropaulo, empresa de energia que atua no Estado de São Paulo, anunciou ontem que conseguiu suspender decisão judicial que impedia o pagamento de dividendos que estavam programados para hoje. Segundo comunicado da companhia, em função de tal decisão, o pagamento da totalidade dos dividendos será mantido.
A suspensão tinha sido determinada pela 4ª Vara das Execuções Fiscais de São Paulo, no último dia 21. De acordo com comunicado da Eletropaulo na época, tal decisão estava relacionada à discussão judicial referente à incidência da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) sobre operações de energia elétrica, relativos ao período de 1992 a 1999.

A Eletropaulo afirma que efetuou o recolhimento da Cofins considerando os benefícios de redução de encargos legais garantidos por Medida Provisória. A conduta, no entanto, é questionada pela Fazenda Nacional.
Outra com problemas para pagar os dividendos é a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN). Ontem a companhia deixou de realizar o pagamento aos investidores por conta de uma decisão da Justiça Federal do Rio relacionada a questões tributárias. Em comunicado, a CSN afirmou que está estudando as medidas necessárias para a defesa de seus interesses e dos seus acionistas. "As decisões da Justiça Federal foram provocadas por manifestação da Fazenda Nacional e a companhia está examinando as medidas necessárias para a defesa de seus interesses e dos seus acionistas", afirmou a companhia. "

abs...
boa sorte!!!

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Sugestão Carteira Semanal

Ola pessoal,

Conforme venho fazendo, estou postando a Sugestão de Carteira Semanal.



ATENÇÃO: Esta não deve ser a única fonte de informação. Não me responsabilizo por decisões, perdas ou transtornos causados por estas informações.
Analise, estude e boa Sorte!

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Concurso Petrobrás prorrogado

Ola pessoal,

Embora este não seja o objetivo principal do blog, estou postando informações sobre o concurso da Petrobrás que foi prorrogado inclusive.

"A Petrobras Distribuidora S.A. (BR Distribuidora) prorrogou até 8 de setembro o prazo de inscrições para o concurso público que formará cadastro reserva para cargos de níveis médio e superior. Os aprovados receberão salários que variam de R$ 1.675,53 a R$ 4.798,65 e possibilidade de trabalho em vários estados.

As inscrições podem ser realizadas do site da Fundação Cesgranrio. A taxa de participação varia de R$ 26,80 a R$ 39,80 em função do cargo pretendido. O candidato deverá imprimir o seu cartão de confirmação de inscrição através do site da organizadora do concurso nos dias 25 e 26 de setembro. No cartão serão informados a data, o horário e o local de aplicação das provas.

Para nível superior, as vagas são para as funções de profissional júnior (Administração, Análise de Sistemas, Arquitetura, Ciências Contábeis, Comunicação Social, Direito, Economia, vários ramos da Engenharia, Medicina, Odontologia, Pedagogia e Serviço Social), profissional júnior com ênfase em vendas de produtos químicos, profissional júnior com ênfase em vendas da rede automotiva e profissional júnior com ênfase em vendas a grandes consumidores.

Já para nível médio, as oportunidades oferecidas são para os cargos juniores de técnico de abastecimento, técnico de administração e controle, técnico de contabilidade, técnico de inspeção de equipamentos e instalações, técnico de manutenção, técnico de operação, técnico de química, técnico de segurança e técnico de suprimento e logística.

O processo seletivo constará de prova objetiva, prova discursiva (exclusiva para cargo de profissional júnior de direito), exame de capacitação física e teste prático de direção (para o cargo de técnico de abastecimento júnior). As avaliações objetivas estão previstas para 28 de setembro."

Veja o EDITAL

abraços e Sorte!!!

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

O tão esperado IPO da Visanet

A Visanet, empresa que faz o credenciamento de estabelecimentos comerciais para a bandeira Visa, dará na próxima segunda-feira, dia 25, o primeiro passo para a listagem de ações na Bovespa. Nesse dia, os acionistas da empresa se reunirão em assembléia para autorizar a apresentação de pedido de registro de companhia aberta à Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A operação da empresa é aguardada pelo mercado desde que a concorrente Redecard lançou ações, há um ano.
Segundo o diretor executivo de finanças e administração da Visanet Brasil, Vitor Fabiano, a convocação foi efetuada para que sejam criadas condições prévias e para que a empresa esteja pronta para a oferta inicial de ações, caso venha a ser definida pelos acionistas.
Uma vez que o pedido da Visanet ingresse na CVM, a operação deve permanecer em análise por pelo menos um mês. O mercado não sabe estimar se a oferta será realizada neste ano, pois dependerá da janela de oportunidade.

Apesar da instabilidade dos mercados, é possível dizer que a distribuição tem sinalização muito positiva. Em março passado, período nebuloso para o mercado de capitais, diante da crise de crédito internacional, a Visa fez a maior operação inicial de venda de ações nos Estados Unidos, com volume recorde de US$ 17,86 bilhões.
Os analistas da Itaú Corretora comentaram que a operação de Visanet pode ser um fator a impulsionar as ações do Bradesco e do Banco do Brasil, que possuem fatias de 40% e 32%, respectivamente, na empresa. Os papéis devem se beneficiar tanto do valor que o mercado atribuir à Visanet, quanto da venda de ações em uma eventual oferta secundária, em que os recursos vão para os acionistas.
O Itaú assumiu múltiplos para a Visanet semelhantes aos de Redecard, com preço/lucro (P/L) estimado para 2008 de 21,5 vezes e crescimento de receita de 21%. A corretora calculou valor de mercado de R$ 23 bilhões - o da Redecard é de R$ 20 bilhões. Na assembléia, os acionistas também aprovarão a conversão das ações ON, hoje divididas em A e B, em uma classe única de ordinárias.

As cinco ações que resistiram à crise

Das 66 ações que compõem o Índice Bovespa, 61 sofreram desvalorização no período de 20 de maio, data em que o Ibovespa atingiu seu pico máximo, de 73.516 pontos, até 14 de agosto, quando o indicador já havia desvalorizado 25%. Nesse período, apenas cinco empresas conseguiram se valorizar.

São elas: Nossa Caixa (51,56%), Transmissão Paulista (12,39%), Eletrobrás (6,03%), Telesp (3,66%) e Cosan (3,66%). Na outra extremidade, amargando as maiores perdas da Bolsa no mesmo período, estavam a Bradespar PN (-42,45%), Usiminas ON (-42,21%) e PNA (-39,29%), Vale ON (-40,98) e PNA (-37,45%), Gol PN (-40,48%), Siderúrgica Nacional ON (-35,45%) e Petrobras PN (-35,27%).



Quais os motivos que levaram estes cinco papéis a se valorizarem em meio a um período de forte turbulência na Bolsa?

Veja a explicação dos especialistas Clodoir Vieira, economista-chefe da Corretora Souza Barros; Wagner Salaverry, diretor da Geração Futuro; Kelly Trentin, analista-chefe da SLW Corretora e Rosângela Ribeiro, analista de elétricas da SLW Corretora.

Nossa Caixa
- A empresa recebeu uma proposta de compra do Banco do Brasil, que alavancou a procura pelas ações.

Em seguida, Bradesco e Itaú também mostraram interesse no papel, o que ocasionou a significativa alta das ações da empresa, que, do início de 2008 até 14 de agosto, acumulava alta de 76%.

Transmissão Paulista - outra boa pagadora de dividendos. Além desse aspecto, Wagner Salaverry, diretor da Geração Futuro, ressalva que as empresas de energia e telecomunicações representam negócios menos arriscados por estarem em um mercado regulado.

"Elas não crescem muito rapidamente, mas também é difícil perderem muito valor", resume.

Rosângela Ribeiro, analista do setor na corretora SLW, explica que, ao ser privatizada, a empresa pôde participar de novas licitações que resultaram em uma melhoria da geração de caixa -e mais distribuição de dividendos.

Eletrobras - A empresa tem boa parte da geração de energia do país e vem apresentando sinais positivos, explica Rosângela Ribeiro, da SLW.

A preocupação demonstrada pelo governo com a aceleração dos projetos a fim de manter a capacidade de geração de energia no futuro vem beneficiando as ações da empresa.

A analista ressalta ainda que a ação estava com o papel bem defasado, o que pode motivar o apetite pela compra.

Outro aspecto que beneficia a empresa é a alta do IGP-M, pois as empresas geradoras têm seus contratos reajustados pelo indicador.

Cosan - O interesse pelas ações da maior empresa produtora de álcool e açúcar do país pode ter sido motivado, na visão de Wagner Salaverry, da Geração Futuro, pela compra dos ativos da Esso Distribuidora, que propiciam à empresa distribuir o álcool que produz.

Para a SLW, porém, esse movimento é uma boa estratégia no longo prazo, mas, no curto prazo, a perspectiva não é tão positiva, já que o setor de álcool e açúcar se encontra com grande oferta e preço baixo.

Telesp
- a empresa conseguiu manter a atratividade do papel por conta de sua política de distribuição de dividendos.

"Em épocas de turbulência, os investidores procuram empresas com este perfil", avalia Clodoir Vieira, economista-chefe da Corretora Souza Barros.

Em um dos estudos do economista, constatou-se que as boas pagadoras de dividendos normalmente conseguem atrair os investidores.

A corretora SLW classificou o papel como recomendação de compra para o mês de agosto, informando que, apesar da redução das margens operacionais da empresa, em decorrência da queda do tráfego de voz, a companhia teve um aumento de 12% no lucro líquido do primeiro trimestre de 2008, em comparação com o mesmo período do ano passado.

Fonte: Uol Economia

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Motivos de altas na bolsa - Leia

Ola pessoal,

Sabemos que após a China ter anunciado um pacote de estimulo para investimento de cerca de $58 bi, a bolsa vem crescendo.
Sugiro ler o texto abaixo pra entender mais sobre o assunto.

"A possibilidade de a China lançar um pacote para estimular a economia fez o Índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Ibovespa) registrar ontem a maior alta porcentual desde o dia 30 de julho. O indicador avançou 3,24%, ancorado principalmente no desempenho das ações da Petrobrás e da Vale. No acumulado do ano e de agosto, porém, o Ibovespa amarga perdas de 13,32% e 6,94%, respectivamente.
O vice-primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, declarou ontem, segundo a agência estatal Nova China, que o governo estuda medidas para elevar o consumo doméstico. O objetivo é se contrapor à esperada desaceleração das exportações, em decorrência da fraqueza das economias dos Estados Unidos, da Europa e do Japão.
A informação deu fôlego às commodities internacionais, que nas últimas semanas tiveram expressivas quedas justamente por causa das perspectivas negativas para a economia global. O petróleo, por exemplo, fechou em alta de 0,39% na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês).

Junto com as commodities, subiram os papéis de empresas do setor. As ações ordinárias (ON) da Petrobrás avançaram 5,64% e as preferenciais (PN), 4,62%. Os papéis PNA da Vale dispararam 7,08% e os ON, 5,93%.
Analistas alertam, no entanto, que o movimento pode não ser duradouro. "O volume negociado ainda está baixo e não temos visto a volta de investidores estrangeiros", observou o assessor de investimentos do Banco Fator, Rogelio Gonzalez.
Ivan Guetta, gestor de renda variável da GAP Asset Management, também não está convencido de que a tendência para a bolsa brasileira mudou. Mas avalia que, ao menos no curto prazo, a perspectiva é positiva. "Além dessa questão da China, houve, nos últimos dias, mudanças em alguns mercados de commodities", disse.
Uma delas está relacionada ao níquel, que teve a produção reduzida por algumas empresas do setor. Guetta também lembra que o governo da Venezuela informou, no início da semana, que vai sugerir a seus sócios na Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) um corte na produção.

A notícia sobre a China surpreendeu muitos analistas, entre eles o economista-chefe da Sul América Investimentos, Newton Rosa. Afinal, o país cresceu, em média, mais de 10% nos últimos anos. "O setor externo responde por apenas 6% do PIB (Produto Interno Bruto) chinês, ante 51% dos gastos da família e do governo e 43% dos investimentos."
Se não bastasse isso, Rosa lembra que a inflação na China, embora tenha desacelerado, continua alta, na casa de 6% ao ano. "Antes de mais nada, temos de ver se esse pacote vai sair. Se sim, será a hora de ver do que se trata e se alcançará seu objetivo, que é minimizar o impacto negativo da desaceleração global." Até lá, dizem os analistas, reinará a especulação."

Sorte!!!

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Análises técnica e quantitativa sugerem alta

Pessoal, fiquem de olho...

Caetano, do Ibmec-SP: recuperação para a casa de 77 mil pontos até dezembro

Num momento em que a bolsa brasileira responde pouco a fundamentos, adeptos das análises quantitativa, baseada em modelos matemáticos, e técnica, que busca padrões gráficos históricos para prever a direção dos preços, vislumbram um cenário de recuperação para a Bovespa e os carros-chefes Petrobras e Vale.

Por uma técnica quantitativa batizada de "waveletes" (pequenas ondas) - adaptada ao mercado brasileiro a partir do modelo desenvolvido pelo geofísico Didier Sornette, do Departamento de Ciências Terrestres e Espaciais da Universidade da Califórnia, - desde que perdeu os 58 mil pontos, o indicador esbarrou no seu limite de reversão, segundo o professor do Ibmec-SP, Marco Antonio Leonel Caetano. O pesquisador, que desenvolveu a metodologia com o o professor Takashi Yoneyama, do Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA), identifica nas freqüências de oscilações do índice uma tendência temporal, enxergando uma recuperação para a casa dos 77 mil pontos até o fim do ano.

E é mudando a sintonia para a análise fundamentalista que Caetano pondera que talvez esta seja a hora boa para entrar na renda variável, antecipando-se às futuras reações. "Os papéis estão visivelmente subavaliados, não condizem com a realidade de indicadores como Preço/Lucro ou retorno em dividendos, está tudo muito fora da ordem." Para o especialista, a recente derrocada das commodities é temporária porque países populosos como Índia e China alcançaram um novo padrão de consumo de alimentos, que continuará se refletindo na demanda por produtos da pauta brasileira de exportação. "Mesmo na Europa, a curva de expectativa de vida só aumenta, os campos de produção são poucos e, cedo ou tarde, esses mercados terão de promover uma maior abertura."

O Índice de Força Relativa (IFR) - indicador que mostra se o movimento do mercado, seja de alta ou de queda - está perdendo ímpeto, aponta que o fluxo de vendas nas ações da Petrobras e Vale está perdendo terreno, diz o economista-chefe da Plenus Gestão de Recursos e diretor da área de relações internacionais da ESPM-RJ, Alexandre Espírito Santo. Esse índice varia de 0 a 100, sendo que, quando o movimento é consistente, o indicador acompanha o mercado. Ou seja, se o mercado está em alta e o IFR sobe, é sinal de que as compras estão ganhando força. O mesmo vale para a queda: mercado e IFR caindo significa consistência na baixa.

As ações preferenciais (PN, sem direito a voto) da Petrobras atingiram ontem mínima de R$ 30,81 e o IFR, de 40, sendo que a última mínima do papel tinha sido no dia 5, de R$ 31,80, e o IFR era de 26. "A ação veio caindo enquanto o IFR subiu, o que mostra que o papel foi ficando cada vez mais 'sobrevendido' (vendas em excesso), portanto, um forte indício de que a onda de vendas está chegando à exaustão", diz Espírito Santo.

O mesmo está acontecendo com a Vale: as ações caindo e o IFR em alta. Espírito Santo lembra que, historicamente, quando o desempenho das ações e o IFR caminham para lados opostos, o indicador é que predomina.

Os múltiplos como Preço/Lucro (P/L, que dá uma idéia do tempo de retorno) também mostram como os papéis estão atrativos. O P/L da Petrobras para 2009 é de 7,5 vezes, enquanto o da Petrochina é de 11 vezes e o da Exxon Mobil de 8,5 vezes, afirma Espírito Santo.

Sorte!!!

Guia com perfil de empresas da bolsa

Pessoal,

Este guia é muito bom para quem procura saber mais sobre as empresas presentes na bolsa, além de uma fonte de aprendizado.

"A IMF Editora lança hoje a 14ª edição do Guia IMF de Companhias Abertas, com o perfil detalhado de 70 empresas negociadas na bolsa, além de breves informações de 420 companhias abertas. O lançamento será hoje no 20º Congresso da Apimec.

Logo no início, o guia traz informações básicas sobre o mercado acionário - tipos de ações, mercados à vista e de derivativos, lotes padrão e fracionário, riscos etc. Nessa parte, pode-se também entender melhor o papel das entidades de classe e dos reguladores de mercado.

A segunda parte inclui, por ordem alfabética, informações resumidas sobre todas as empresas de capital aberto negociadas em bolsa. Pode-se saber qual a atividade da companhia, quem é seu principal acionista, o total de ações em circulação, quem é o diretor de Relações com Investidores e como fazer para entrar em contato com ele.

Na terceira parte, o investidor encontra um perfil detalhado das empresas que compõem o principal indicador do mercado acionário, o Índice Bovespa.

O guia conta com patrocínio do Valor e apoio de entidades de mercado como a Associação dos Analistas e Profissionais de Investimentos do Mercado (Apimec), Bovespa, Instituto Brasileiro de Relações com Investidores (Ibri) e Instituto Nacional dos Investidores (INI).

O livro custa R$ 40,00 e o investidor pode adquiri-lo no site www.imf.com.br."

abraços e sorte...

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

CDBs estão atraindo mais...

O mercado de CDBs (Certificados de Depósito Bancário) tem se expandido com vigor nos últimos meses. Tentados pelas taxas mais atraentes, além da propaganda maciça de muitos bancos, os investidores têm reservado parcelas maiores de suas economias para aplicar nesses títulos.
Dados do Banco Central mostram que a grande arrancada dos CDBs, como destino dos recursos a serem aplicados, ocorreu neste ano.
Enquanto o saldo das aplicações em CDBs cresceu mais de 35% neste ano, superando pela primeira vez, em junho, os R$ 400 bilhões, os fundos de investimento perderam ritmo, chegando a registrar saques líquidos em julho. O patrimônio dos fundos se expandiu apenas em 4,5% no ano, sendo que em julho os resgates bateram as aplicações em R$ 20,3 bilhões, como mostra levantamento da Anbid (Associação Nacional dos Bancos de Investimento).

Na média, os CDBs estão com rentabilidade acumulada de 7,29% no ano -mas as taxas variam de uma instituição a outra. Os fundos de renda fixa, a categoria com melhor retorno, aparecem com rentabilidade média de 7,50% -isso antes de a taxa de administração ser descontada.
Uma das vantagens dos CDBs é a de não cobrarem taxa de administração. No caso dos fundos, essa taxa, que costuma oscilar entre 1% e 4% anuais, acaba por engolir boa parte dos ganhos finais.
Os CDBs são títulos emitidos pelos bancos, que vencem em determinado período e pagam uma taxa de juros. Praticamente todos os bancos oferecem CDBs. O risco da aplicação está atrelado à saúde financeira do banco. Como é ele quem emite o título, o risco de perder a aplicação está ligado à quebra da instituição -por isso, é bom conhecer bem o banco com que se trabalha.

Hoje, já é possível fazer uma aplicação em um CDB com menos de R$ 1.000 nos grandes bancos de varejo. "É um bom momento para o investidor aproveitar os CDBs, pois os bancos estão dispostos a pagar taxas melhores do que aquelas oferecidas há não muito tempo. O CDB, em muitos casos, tem se mostrado imbatível em termos de retorno", afirma Ricardo Rocha, professor de finanças do Ibmec-São Paulo.
Os bancos emitem CDBs para levantarem recursos, que depois são repassados nas linhas de crédito. Para emprestar dinheiro aos clientes e realizar financiamentos, as instituições necessitam de recursos.
E, para isso, contam com diversas fontes, como a emissão de debêntures, de títulos no mercado internacional, de CDBs e de outras modalidades de captação.
"Os bancos estavam com outra dinâmica de captação até 2007, menos dependentes dos CDBs. Um dos problemas para eles foi o compulsório sobre o leasing, que passou a comprometer parte dos recursos captados nesse segmento. Com isso, passaram nos últimos meses a oferecer taxas melhores para que os CDBs atraíssem mais aplicadores e conseguissem, assim, captar mais recursos", afirma Rocha.

Pesquisar
Quem decidir aplicar em um CDB deve estar atento às características do produto, como prazos de vencimentos e taxas oferecidas, que variam bastante. Os bancos costumam ofertar vários tipos de CDB.
"Tudo depende do volume que se tem para aplicar e do banco que o cliente buscar. Mas, de um modo geral, é fato que a remuneração subiu nos CDBs", afirma o administrador de investimentos Fábio Colombo. "Essa é uma tendência que ainda vai perdurar por algum tempo, desde que a demanda por crédito se mantenha firme e os bancos continuem necessitando de recursos", completa.

Novas estimativas para ações e Bovespa

Com mercado fraco, corretora ajusta estimativas para ações

A Bolsa de Valores de São Paulo enfrentou mais uma semana de forte queda, e nenhuma das ações recomendadas encontrou espaço para se apreciar no período.
A corretora Alpes decidiu, nesse cenário pouco favorável, reduzir o preço-alvo de suas ações recomendadas. A corretora também reduziu sua projeção para o índice Ibovespa no fim deste ano.
"Acreditamos que o Ibovespa chegará ao fim do ano próximo aos 72 mil pontos, e não na casa dos 85 mil, como projetado em janeiro. A redução é significativa, ainda assim esse retorno para o Ibovespa está bem próximo da rentabilidade do CDI no ano", afirma Fausto Gouveia, analista da Alpes.

"A crise norte-americana deixou de atingir apenas o setor hipotecário e passou a contaminar diversos setores da economia. Dessa forma, o crescimento mundial está comprometido e, conseqüentemente, a nossa Bolsa, que depende muito das cotações internacionais de commodities."
O índice Ibovespa registrou queda de 4,14% na semana passada, para terminar aos 54.244 pontos, em seus mais baixos níveis desde janeiro.
No ano, a queda acumulada pela Bolsa está em 15,09%.
Entre as 66 ações que formam o índice Ibovespa, o mais relevante do mercado doméstico, 58 delas registraram perdas na semana.
No topo das quedas, apareceram as ações ordinárias das Lojas Renner, com baixa de 14,91%. Logo atrás, vieram Duratex PN, com baixa de 13,11%, Aracruz PNB (-12,60%) e Usiminas ON (-10,6%).

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

MBA em Harvard, " fábrica de gente infeliz"

Pessoal,

Recebi este texto de minha corretora. Achei muito interessante, leiam e opinem.


"Philip Delves Broughton não é o que alguém descreveria como típico aluno da Harvard Business School. Em 2004, quando deixou seu emprego de chefe da sucursal em Paris do britânico "Daily Telegraph" para fazer seu MBA, estava com 32 anos, um pouco mais velho do que a maioria dos outros estudantes, e tinha um filho de dois anos. Tinha estudado literatura, história e filosofia latina e grega, mas pouco sabia sobre negócios. Pessoas do mundo dos negócios, era sua impressão, eram previsíveis escravos do dinheiro - "uns chatos jogadores de golfe, bebedores de gin".
Ao obter seu MBA, dois anos mais tarde, a compreensão de Broughton sobre negócios era consideravelmente mais profunda, mas sua opinião sobre esse mundo não mudou muito. Pode-se até imaginar que ele foi para Harvard com a finalidade de escrever sobre a escola. Mas parece que ele queria sinceramente mudar sua vida, acreditando que poderia tirar proveito de "uma competência empresarial geral". De todo modo, os principais beneficiários de sua experiência podem ser seus leitores.

Broughton oferece uma visão de bastidores perspicaz e persuasiva de uma instituição poderosa que ele vê como, no geral, bem-sucedida em sua missão de transformação de estudantes em líderes empresariais. Mas ele considera a HBS como malsucedida em praticamente todos os outros aspectos. Trata-se, em seu convincente relato, de uma "fábrica de gente infeliz".
A razão disso, apesar dos evidentes êxitos dos diplomados, é um assunto complexo que Broughton disseca com olho de repórter. Como ele conta, os 895 integrantes de sua turma eram homens e mulheres de talentos modestos, mas ambição desmedida. Sempre "botando banca", embora inseguros, estavam destinados a carreiras que deles cobrariam o sacrifício da família e dos amigos para conduzir ao sucesso que acreditavam, em tal alto grau, merecer.
Um dos poucos alunos que veio à HBS em 2004 com escassas ambições pessoais - ele não tinha idéia do que desejava fazer - Broughton estava bem qualificado para descrever como Harvard, em especial, e as escolas de administração e negócios em geral, prestam tal desserviço às pessoas. Com um segundo filho a caminho, ele sentia dificuldades para encontrar uma trajetória de carreira que lhe desse tempo para o convívio familiar - uma exigência que o distanciou da turba que partia em busca de carreiras de consultoria e em bancos de investimento. A pressão no sentido de seguir caminhos convencionais é um tema recorrente, e assim, colega após colega combatiam as forças da conformidade ou sucumbiam ao canto da sereia. No fim das contas, Broughton passou o verão, após seu primeiro ano em Cambridge, trabalhando num romance, em vez de partir para um estágio, e diplomou-se sem ter um emprego assegurado, após entrevistas no Google e McKinsey. Atualmente, ele mantém um pé no jornalismo ao mesmo tempo em que busca realizar algumas "iniciativas empresariais".

Broughton tem pouco a criticar e muito a elogiar sobre o método de estudo de casos da HBS, que estimula os estudantes a encontrar soluções para os problemas de empresas. É prova do acerto do método empregado pela faculdade o fato de que Broughton conseguiu tornar-se fluente na linguagem dos negócios, apesar de sua pouca exposição anterior a assuntos da área.
Ética é outra história. Muitos dos colegas de Broughton vieram à HBS com uma "folha corrida" ética suja, diz ele. Alguns conseguiram bolsas de estudo justificando falta de recursos financeiros, após zerar suas contas bancárias comprando automóveis caros. Mas a HBS não alterou em grande coisa suas atitudes. Em 2005, por exemplo, 119 candidatos a cursos na HBS foram apanhados tentando invadir um website que armazena informações sobre admissões. Com relação àqueles que tinham sido aceitos, Harvard recuou de sua oferta de matrícula, e o reitor qualificou o comportamento como uma "grave quebra de confiança". Mas em uma aula de "responsabilidade empresarial", diz Broughton, a culpa foi atribuída a Harvard - 75% da turma solidarizaram-se com os hackers.

O autor permite vislumbrar a vida diária em Harvard e o "medo de ficar por fora" que induz muitos estudantes a comparecer a qualquer evento, não importa quão trivial. Mas, no fim das contas, ele não pareceu julgar a experiência "transformadora", pelo menos não no sentido que a HBS acredita ser. Na realidade, a exposição à esfera empresarial em todas as suas formas aprofundou o viés cultural contrário de Broughton. Ele concluiu a experiência abismado diante do poder dos negócios em nossa sociedade e da capacidade de uma instituição como Harvard perpetuar esse estado de coisas. "Será que a sociedade alocou excessiva autoridade a uma única classe narcisista de 'cabeças de planilha' e apresentadores de PowerPoint?", indaga ele. Broughton não deixa dúvida sobre sua posição. "

Abraços e Sorte...

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Notícias Úteis - Bolsa de Valores

Carteiras de ações puxam captação do setor no ano

Destemido, o investidor brasileiro está indo de peito aberto para a bolsa. Mesmo com a queda de 11,43% no ano, até dia 8, do Índice Bovespa, principal indicador do mercado acionário brasileiro, os fundos de ações seguem captando recursos. Os dados do site financeiro Fortuna mostram que, no acumulado do ano, até o dia 8, as carteiras de ações registram ingresso de R$ 5,454 bilhões. A categoria tem a maior captação do setor de fundos - só perde para a classe denominada "poder público" (carteiras voltadas para estados e municípios), para a classe "outros", onde estão os fundos de investimento em direitos creditórios (FIDCs), e para os fundos de previdência.
A entrada de recursos em fundos de ações é concentrada nas carteiras exclusivas de Petrobras e de Vale, semelhantes às com recursos do FGTS, que hoje não podem mais receber aplicações. No ano, até dia 8, os fundos compostos somente por papéis da estatal do petróleo captam R$ 2,200 bilhões, enquanto as carteiras formadas apenas por ações da mineradora registram ingresso de R$ 531 milhões até o dia 8.

Vale aposta em dez novos projetos de grande porte

Diante da expectativa de que o mercado de minério de ferro e metais seguirá aquecido nos próximos anos, a Vale apresentará daqui a dois meses seu novo plano estratégico de crescimento, com mais de dez projetos adicionais ao original, que previa investimentos de US$ 59 bilhões para o período entre 2008 e 2012. Com isso, esse valor será substancialmente maior.
Além de expandir as atividades de minério de ferro e níquel, equivalentes a mais de 70% da sua receita, a empresa dará atenção especial aos setores de cobre e carvão.
Em entrevista ao Estado, o diretor Executivo de Finanças e de Relações com Investidores da Vale, Fábio Barbosa, afirmou que a compra de empresas faz parte dos planos da mineradora, como um complemento dos investimentos. "Sempre usamos aquisições como parte do processo de crescimento da empresa", afirma.

Estatal vai perfurar 11 poços na área em 2009

A Petrobrás quer perfurar em 2009 pelo menos 11 poços na região do pré-sal na Bacia de Santos, no entorno da área de Tupi, onde foram identificadas reservas potenciais entre 5 bilhões e 8 bilhões de barris de óleo. A informação é do gerente-geral da unidade de negócios de exploração e produção da Bacia de Santos da Petrobrás, José Luiz Marcusso. Este ano, o cronograma prevê a perfuração de poços, entre eles Júpiter ? onde a companhia procura confirmar a existência de óleo além do gás já encontrado ? e mais Guará, Taquari e Ilhabela.
Para cumprir o cronograma planejado para o próximo ano, Marcusso disse que a companhia espera a chegada de três novas sondas de perfuração. Todas elas serão destinadas ao pré-sal. Ainda este ano, segundo ele, devem chegar ao Brasil outras quatro sondas, porém todas com capacidade para explorar reservas localizadas em até 700 metros de profundidade ? a área do pré-sal na Bacia de Santos tem profundidades superiores a 2 mil metros.

Positivo Informática lucra R$ 70,4 mi e anuncia mudança

A Positivo Informática vendeu 433.231 computadores e notebooks no segundo trimestre de 2008, 12,9% a mais que no mesmo período de 2007. Os notebooks representaram 29% das vendas com crescimento de 115,4%.
A receita líquida foi de R$ 548,8 milhões, 10% superior à do segundo trimestre de 2007. O Ebitda (lucro antes do pagamento de juros, impostos, depreciação e amortização) ficou em R$ 74 milhões. O lucro líquido foi de R$ 70,4 milhões, registrando queda de 7,6%. "Esse resultado reflete, principalmente, a queda de 6,9% no preço médio dos computadores", afirma Hélio Rotenberg, presidente da Positivo Informática. "Em contrapartida, a demanda e os custos de produção cresceram."
A Positivo Informática -que faz parte do Grupo Positivo, que também atua na área de educação e no ramo editorial- anunciou ainda mudanças no comando.

Lucas Guimarães deixa a vice-presidência financeira e a direção de relações com investidores da Positivo Informática e assume a vice-presidência corporativa do Grupo Positivo. Em seu lugar na Positivo Informática, entra o argentino Ariel Leonardo Szwarc, ex-diretor financeiro da Case New Holland para a América Latina.
Filho do fundador do grupo, Oriovisto Guimarães, Lucas foi responsável pela abertura de capital da Positivo Informática, em dezembro de 2006. De lá para cá, a empresa se transformou em uma das maiores companhias de informática na América Latina, assumindo a liderança no Brasil.
A mudança tem a finalidade de expandir os negócios educacionais, com planos voltados à classe C, e consolidar a internacionalização da Positivo Informática.

Informações da Bovespa

Abaixo informações da Bolsa ontem, que operou em alta e no ultimo momento recuou. Culpa de quem? rs...

A Bovespa operou ontem em alta até a última hora de pregão. Mas, com a perda de fôlego das ações da Petrobras no fim do dia, a Bolsa de Valores de São Paulo acabou por encerrar em baixa, de 0,40%.
A queda de ontem mantém a Bovespa em seu menor nível desde janeiro, aos 54.502 pontos. No mês, as perdas somam 8,41%, e, no ano, 14,69%.
Nos EUA, o setor bancário voltou a comandar o mau humor do mercado. O índice Dow Jones registrou no fim do pregão depreciação de 1,19%.
O pessimismo com o segmento foi detonado por um comunicado do JPMorgan Chase, no qual informou a possibilidade de ter de assumir mais perdas decorrentes da crise de crédito imobiliário, detonada no ano passado.
As ações do banco tiveram queda expressiva de 9,48% e puxaram outros papéis do setor: Bank of America perdeu 6,74%; Citigroup recuou 6,46%; e Morgan Stanley teve baixa de 6,37%.

Na Europa, onde o suíço UBS anunciou prejuízo trimestral superior a US$ 300 milhões, as Bolsas também caíram. Em Frankfurt, a baixa foi de 0,36%, e, em Londres, de 0,13%.
Na Bovespa, mesmo com os lucros bilionários do setor, os bancos acabaram seguindo seus pares internacionais e terminaram ontem em queda. Entre as maiores instituições financeiras, destaque para as baixas de Banco do Brasil ON (-3,41%), Unibanco UNT (-1,38%) e Bradesco PN (-1,29%).
As ações da Petrobras, embaladas pelo resultado mais forte que o esperado, encerraram em alta, apesar da queda do barril de petróleo no exterior. Vendido a US$ 113,01 em Nova York, o petróleo terminou as operações com queda de 1,26%.

Depois de alcançarem valorização de mais de 3% no começo do pregão, as ações da Petrobras perderam ímpeto com a depreciação do petróleo. No fim das negociações, a ação preferencial da Petrobras registrava valorização de 1,13%, e a ordinária, de 0,85%.
O setor siderúrgico, para o qual o desempenho das commodities no exterior é bastante relevante, terminou mais um pregão com perdas. Destacaram-se as quedas sofridas por Gerdau PN (-3,07%), Usiminas PNA (-3,03%), CSN ON (-2,49%) e Vale ON (-0,57%).

Dólar em alta
O mercado de câmbio viveu o seu sétimo dia de apreciação do dólar diante do real. A moeda americana subiu 0,56%, para R$ 1,625, o que levou a valorização da divisa acumulada no mês para expressivos 3,97%. No ano, a queda acumulada pelo dólar ainda é elevada, de 8,55%. Com o cenário atual de queda das commodities e apreciação do dólar no exterior, os investidores estrangeiros alteraram as posições de seus contratos no mercado futuro, passando a apostar no fortalecimento do dólar diante do real.

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Sugestão de Carteira Semanal

Ola pessoal,

Estou postando a Carteira Sugerida para esta semana.



Análise feita por Lopes Filho Consultoria Financeira empresa parceira da Intra Corretora.

Obs: Lembramos que este blog tem a finalidade de educação e informação, não nos responsabilizamos por decisoes tomadas somente a partir das informações aqui contidas.

Medo de recessão

Medo de recessão domina investidor

O temor de uma forte desaceleração da economia global, que há algum tempo assombra os mercados financeiros, ganhou novo impulso na semana passada. Indicadores da zona do euro e do Japão mostraram que a segunda e terceira maiores economias do mundo, respectivamente, podem estar em recessão.
O Produto Interno Bruto (PIB) da Itália, por exemplo, retraiu 0,3% no segundo trimestre. Em um relatório, o governo japonês afirmou que, pela primeira vez em quase cinco anos, a atividade pode se retrair.

Em um ambiente já difícil por causa da crise nos Estados Unidos, os preços de diversos ativos, sobretudo commodities metálicas, não resistiram. O petróleo, por exemplo, encerrou a sexta-feira na menor cotação desde maio, a US$ 115.
Esse cenário também provocou expressiva valorização do dólar ante o euro e outras moedas.
Nesta semana, os investidores continuarão atentos aos dados que refletem a temperatura da atividade e o nível de inflação nas principais economias.
Nos EUA, o destaque da agenda é o Índice de Preços ao Consumidor de julho, que sai quinta-feira. A previsão é de uma alta de 0,4%.


Fiquem de olho...

abraços, boa sorte e ótima semana

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Gerdau - Lucros cresce 38,3%

A Gerdau, siderúrgica presente em 14 países, divulgou ontem lucro líquido de R$ 3,2 bilhões no primeiro semestre deste ano -um aumento de 38,3% em relação aos seis primeiros meses de 2007.
No segundo trimestre, o ganho chegou a R$ 2,124 bilhões, crescimento de 85,3% ante o período de abril a junho do ano passado. O mercado financeiro projetava R$ 1,9 bilhão.
Ao anunciar os resultados, o presidente da companhia, André Gerdau Johannpeter, atribuiu o crescimento de 35,2% das receitas brutas, que alcançaram R$ 22,3 bilhões no semestre, à aquisição de novas siderúrgicas na América do Norte, ao crescimento das vendas e ao aumento dos preços do aço.

Excluindo as companhias Aços Especiais Piratini e Aços Villares, o mercado brasileiro respondeu por 35,9% do faturamento bruto da companhia -R$ 8 bilhões. No período, as vendas de aço da companhia no mercado brasileiro atingiram 2,5 milhões de toneladas, um crescimento de 34,5%.
Após relacionar o aumento das vendas no Brasil ao aquecimento da construção civil, Johannpeter anunciou um investimento de US$ 277 milhões (R$ 437 milhões) para a ampliação da unidade da Gerdau Açominas (MG).
A capacidade instalada da siderúrgica mineira deverá aumentar dos atuais 4,5 milhões de toneladas para 5 milhões de toneladas em 2010 nas linhas de aços e laminados. Também está em estudo a instalação de uma siderúrgica em Pernambuco para produzir vergalhões.
No primeiro semestre, foi concluída a compra da Macsteel, uma das principais siderúrgicas dos EUA, por US$ 1,5 bilhão (R$ 2,3 bilhões).

"A crise financeira dos EUA gerou pouco impacto em nossa performance", afirmou Johannpeter, em teleconferência.
"Estamos monitorando a economia de perto, mas estamos otimistas em relação ao resto do ano."
A queda no valor do dólar propiciou aumento significativo das exportações a partir dos EUA, principalmente para América Latina e Ásia. A empresa espera exportar até 500 milhões de toneladas de aço de suas unidades nos EUA neste ano, disse Johannpeter.

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

IPO VALE - Resultados

Ola pessoal,

Abaixo estão os resultados do IPO da Vale do Rio Doce.
Muito bom para a companhia, embora os investidores não tenham tido o mesmo sucesso; (eu por exemplo).
Só lembrando que mesmo com os descontos na oferta, os papéis cairam para o preço cotado no dia anterior, o que tornou esse desconto nulo.
No dia do lançamento os papéis não subiram e há quem amargou prejuizo. De la pra cá os papeis ainda decepcionam.

Espero que estes resultados animem os investidores e a própria Vale.

"A Vale anunciou ontem a conclusão da oferta primária de ações que resultou na captação de R$ 19,43 bilhões, a maior distribuição já realizada na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). Os coordenadores da oferta, liderada pelo Credit Suisse, colocaram integralmente o lote suplementar de ações preferências classe A para atender ao excesso de demanda.
De acordo com o comunicado da companhia, foram emitidas 256,926 milhões de ordinárias (ON, com direito a voto) e 189, 063 milhões de preferenciais classe A (PNA, sem voto). No âmbito da oferta internacional, os coordenadores venderam um total de 63,506 milhões de PNAs e outras 80,079 milhões de ONs.

O preço de emissão das ONs ficou em R$ 46,28, valor 5,93% inferior à cotação de R$ 49,20 registrada na Bovespa no dia da definição do preço da oferta, 16 de julho. Já as PNAs saíram a R$ 39,90, desconto de 6,34%. A idéia da mineradora era levantar até US$ 15 bilhões, mas as turbulências nos mercados internacionais e o surgimento de dúvidas com o preço das commodities prejudicaram o processo.
Rumores de que a companhia utilizaria os recursos captados em uma aquisição internacional prejudicaram as ações, que saíram com um desconto maior do que o esperado pelo mercado. Ontem, o papel PNA da companhia fechou a R$ 36,04 na bolsa, com alta de 0,95%. A ação ON subiu 1,06%, para R$ 41,63. "

Abraços e Sore!

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

A bolsa virou mico? Revista Exame sobre a bovespa

Ola pessoal,

Este é um artigo da revista exame sobre a bovespa. É um pouco longo mais vale muito a pena ser lido.

Mais de 12 trilhões de dólares evaporaram dos mercados de capitais em todo o mundo nos últimos 12 meses.
Na Bovespa, a tensão não pára de subir.
A bolsa virou mico?
Não. Mas parece ser o fim da exuberância irracional — e isso é bom...


Evelson de Freitas
Por Eduardo Salgado e Giuliana Napolitano.


Grandes ganhos e enormes perdas fazem parte da natureza do mercado financeiro
e — mais especificamente — das bolsas de valores.
Sempre foi assim. E provavelmente sempre será, ainda que a maioria dos
mortais não possa prevê-los com precisão.

No início do século 18, o físico Isaac Newton, um dos maiores gênios matemáticos que a humanidade já produziu, foi uma das vítimas da quebra de expectativas que o mercado, ciclo após ciclo, gera.
Newton foi um dos investidores da South Sea Company, empresa britânica que prometia grandes lucros com a exploração comercial dos mares do Atlântico Sul.
Parecia perfeito, num momento em que o comércio internacional ganhava força.
Mas os planos não se concretizaram, o negócio tornou-se inviável, os investidores correram para vender suas participações e a South Sea quebrou.
O acontecimento é descrito hoje como uma das primeiras bolhas financeiras da história.
Newton foi engolido por ela e definiu sua frustração com a imprevisibilidade do mercado da seguinte forma: “Posso calcular o movimento das estrelas, mas não a loucura dos homens”.

Desde então, o capitalismo produziu, em intervalos irregulares, uma série de bolhas:
o crash de 1929,a crise imobiliária japonesa nos anos 80, a exuberância irracional da internet na década de 90 e — a última delas — o chamado subprime americano, uma seqüência de perdas que começou com empréstimos imobiliários sem garantias e se espalhou por todo o sistema financeiro dos Estados Unidos.
A crise do subprime completa agora um ano sem que se possa prever até quando “a loucura dos homens” vai gerar estragos e qual a dimensão exata deles.
Estamos atravessando um período de expiação, e é nas bolsas de todo o mundo que suas conseqüências se manifestam mais rapidamente.

Nos últimos 12 meses, 12 trilhões de dólares evaporaram dos mercados de capitais ao redor do mundo.
Assustados e ansiosos para cobrir prejuízos em outros negócios, grandes investidores deixam os pregões, vendendo suas ações e derrubando as cotações.
Isso inclui a Bovespa, a incensada bolsa brasileira.

Durante todo este ano de turbulência internacional, a Bovespa comportou-se exemplarmente.
Foi um dos poucos pregões do mundo a acumular uma alta — 10% em 12 meses.
Mas seria ingenuidade achar que os investidores brasileiros — abençoados por um período de expansão na economia interna e com a valorização do preço das commodities agrícolas e minerais — passariam incólumes aos sucessivos maus resultados das instituições financeiras americanas, à ameaça de aumento da inflação e à desaceleração do crescimento mundial.

Desde o início do mês de junho, o Índice Bovespa, que mede o desempenho das ações mais negociadas, caiu 18% — foi o período mais longo de quedas desde 2002.
No acumulado de 2008, até o fechamento desta edição, as perdas eram de 6,6%.

Novas ofertas de ações tornaram-se raras — foram três desde o começo deste ano.
E cerca de 70% das empresas que abriram o capital nos últimos quatro anos valem hoje menos do que valiam na época de seus IPOs.

Bem-vindo à vida como ela realmente é.
A exuberância demonstrada pela bolsa brasileira nos últimos anos pode ter feito crer aos 2,5 milhões de investidores do país — entre aqueles que investem diretamente e os que aplicam por meio de fundos — que a trajetória do mercado aponta sempre para cima.
Mas essa não é a ordem natural das coisas.
“Os altos e baixos do mercado são comuns, mas muitos investidores pareciam ter se esquecido desse detalhe”, diz o americano Jim Rogers, ex-sócio do investidor húngaro George Soros e dono da empresa de investimentos Rogers Holdings.
“Agora estamos em pleno momento de depuração.” E isso não é necessariamente ruim.

O principal alimento da turbulência recente na bolsa brasileira é o histórico
de más notícias vindas dos Estados Unidos.
“Cresce a percepção de que não haverá uma solução rápida e fácil para essa situação”, diz o americano Robert “Bear” Arnott, sócio da consultoria financeira Research Affiliates.

Dias atrás, o IndyMac, banco com nome de lanchonete e uma carteira carregada de hipotecas podres, quebrou na Califórnia.
As próximas semanas e meses prometem surtos de grandes emoções.
O governo americano quer colocar em prática o plano de salvamento das companhias Fannie Mae e Freddie Mac, que correm o risco de quebrar. Juntas, elas respondem por quase metade dos 12 trilhões de dólares de hipotecas nos Estados Unidos.
É improvável que a falência se concretize, mas a má situação dessas companhias é mais uma demonstração de fragilidade na maior economia do mundo, responsável por cerca de 30% do consumo do planeta.
E isso já é suficiente para despertar — como diria Newton — o medo e a loucura dos homens.
“Fannie e Freddie são parte do problema, mas, mesmo depois que se encontre
uma solução para essas empresas, muito mais sangue será derramado”, diz
Kenneth Rogoff, professor de economia da Universidade Harvard e ex-economista-
chefe do FMI.
Em setembro, três grandes bancos de investimento publicarão seus resultados
trimestrais — entre eles o Lehman Brothers, um dos que estão em situação mais
vulnerável.
Ao longo desse caminho, as bolsas devem continuar reagindo aos anúncios do desempenho da economia americana e às oscilações na cotação do petróleo.

É nesses momentos que o investidor se torna mais seletivo, premia as ações
de empresas consideradas sólidas e foge do risco.
Muito da performance razoável da Bovespa ante outros pregões do mundo
aconteceu por causa da atração que papéis de empresas como Vale e Petrobras
exercem.
Juntas, as ações das duas companhias representam 30% de todo o volume
transacionado na Bovespa.
Quando os preços dessas ações sobem puxados pelo boom das commodities — como
tem sido o caso nos últimos tempos devido à crescente demanda de China e
Índia —, o Índice Bovespa acompanha o movimento.
A cada anúncio de descoberta de petróleo da Petrobras, aumenta o apetite dos
investidores pelos papéis da estatal.
Além disso, a pulverização no número de investidores ajudou.
Hoje, cerca de 500 000 brasileiros aplicam diretamente na bolsa.
“Existe uma forte correlação entre o aumento da riqueza de um país e a
entrada de investidores locais na bolsa de valores”, diz Jim O’Neill, chefe
do departamento de pesquisas econômicas do banco Goldman Sachs e autor do
termo Bric, que designa o grupo de países formado por Brasil, Rússia, Índia
e China.
E, mais do que uma mudança quantitativa, houve um avanço em termos de
qualidade.
Uma parcela considerável desses investidores tem seguido o célebre conselho
de John Templeton, um dos maiores financistas americanos: o melhor momento
para investir em ações é quando “o pessimismo está no auge”.
Nos últimos seis meses, investidores estrangeiros em fuga tiraram 6,7 bilhões

de reais em ações da Bovespa, enquanto aplicadores brasileiros colocaram os
mesmos 6,7 bilhões na bolsa, ajudando, assim, a diminuir o impacto da queda.

Essa tendência se manterá? É difícil dizer.

Mercados de ações funcionam, basicamente, movidos por expectativas e, nesse ponto, mesmo com a desaceleração da economia americana e global, as projeções para o Brasil são positivas.
Economistas do FMI que acabaram de atualizar suas previsões estimam que o
Brasil crescerá 4,9% neste ano e 4% no ano que vem.
Apesar da perspectiva de queda no ritmo da expansão, a economia brasileira,
segundo o FMI, deve ficar acima da média mundial.
Se essas previsões se materializarem, o país completará seis anos de
crescimento superior a 3%.
“Mesmo com o aumento da inflação e dos juros, a economia brasileira segue
robusta”, diz Zeina Latif, economista-chefe do banco Real.
Caso se confirme esse ambiente de crescimento econômico puxado por um mercado
interno aquecido e pela produção de commodities, aumenta a chance das
companhias de entregar os resultados prometidos aos investidores.

É graças a essa expectativa que a maioria dos analistas ainda acredita que a
bolsa brasileira sairá dos atuais 60 000 pontos para fechar o ano com 80 000.

Mesmo em meio à crise — e com o segmento de IPOs e ofertas de ações praticamente parado —, as empresas brasileiras vêm conseguindo se financiar lançando mão de outros mecanismos do mercado de capitais.
As emissões de títulos de dívida somaram 17 bilhões de reais no primeiro
semestre deste ano, quase 30% mais que no mesmo período de 2007, por exemplo.
“Isso não ocorria no passado, quando os mercados costumavam ficar fechados
para companhias sediadas no Brasil”, diz o advogado José Eduardo Carneiro
Queiroz, sócio responsável por mercado de capitais do escritório Mattos Filho, de São Paulo.
Há quem aposte que, além de sustentar a expansão das empresas para fazer
frente à demanda crescente do mercado interno, esses recursos poderão ser
utilizados para promover uma nova onda de internacionalização — dessa vez,
tendo os Estados Unidos como alvo preferencial.
“É um momento único: as empresas americanas estão baratas em razão da
crise e da desvalorização do dólar, e as companhias brasileiras estão sólidas”,
diz Charlie Welsh, fundador da Mergermarket, empresa inglesa especializada em
estudos sobre fusões e aquisições.
Para ele, um exemplo desse movimento foi a compra da cervejaria Anheuser-
Busch pela belgo-brasileira InBev.

Apesar do otimismo, é possível que esse prognóstico positivo sobre o futuro
da economia e da bolsa brasileira sofra alterações.
Quedas bruscas no preço das commodities e uma drástica piora do quadro
econômico nos Estados Unidos são os principais temores.

Nos próximos meses, a economia americana viverá em meio a duas pressões
conflitantes.

“Por um lado, é preciso conter o crescimento para controlar a alta dos
preços, mas o desaquecimento não pode ser forte demais ou haverá recessão
mais adiante”, diz Vincent Reinhart, ex-diretor do Federal Reserve e atual
membro do American Enterprise Institute, de Washington.
Logo nos primeiros meses da crise, uma facção dos economistas achava que a
melhor imagem para descrever o futuro da economia americana seria uma linha
em V (ou seja, a atividade cairia rapidamente e teria uma recuperação
igualmente veloz).
Hoje, com o aperto do crédito, os especialistas se dividem entre os que acham
que a atividade fará um traçado em U (queda, estabilidade em patamares baixos
e aumento firme da atividade) e os que apostam num W (períodos de oscilações
bruscas e radicais).
Ninguém consegue dizer com segurança se já se chegou ao fundo do poço, e
não está descartado o cenário de estagflação, a conjunção perversa de
estagnação econômica com inflação, cenário que se concretizou pela última vez na
década de 70.
“A história é pontuada por momentos de expansão interrompidos por
períodos de rupturas”, diz Nouriel Roubini, professor de economia da Universidade de Nova York que foi assessor da Presidência durante o governo de Bill Clinton.
Quando cada um deles vai começar e terminar é algo que nem mesmo os grandes
gênios foram capazes, até agora, de prever.

Fonte: Revista Exame

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Fique de olho - Siderúrgicas

Ola pessoal,

A bovespa fechou em baixa ontem, seguindo tendências estrangeiras (EUA por exemplo teve o maior índice de desemprego subiu 5,7% em julho).
Embora isso a bolsa teve forte alta à dois pregões,já beliscando os 60 mil pontos. Vale e Petrobras registraram forte alta, tudo isso seguindo o bom momento de setor siderurgico.

Vou postar abaixo comentários e sugestão de papéis do setor:

Aproveitando o forte impulso setorial dado pelos resultados da ArcelorMittal, a maior siderúrgica do mundo, os analistas do Citi e da corretora Ágora divulgaram relatórios sobre o setor siderúrgico no Brasil, com expectativas favoráveis quanto aos ganhos no segundo trimestre deste ano.

" Reforçando o otimismo dos analistas com o setor, o resultado da líder mundial foi 45% acima da média das estimativas, de acordo com a Ágora, que também ressalta a elevação do guidance da empresa como positivo para as fabricantes de aço.

Para sua equipe, os resultados corroboram a expectativa de manutenção de patamares elevados para os preços de produtos siderúrgicos, causando incremento significativo das margens e do lucro líquido das empresas brasileiras - entre as quais se destacam CSN e Gerdau.

Confira as recomendações de compra da Ágora:



Unanimidade

O analista Alexander Hacking, do Citi, também possui visão favorável para o setor siderúrgico, destacando o momento mais positivo por que passa o mercado brasileiro em relação ao internacional.

Em decorrência da elevação maior que o esperado dos preços em 2008 - reajuste de 40% conseguido desde o início do ano, já contando com a alta de 15% prevista para agosto - Hacking revisou para cima suas estimativas para as companhias do setor.

Reajustes

Sobre os balanços do segundo trimestre, Hacking prevê um incremento médio de 31% do Ebitda (geração operacional de caixa) de Usiminas, Gerdau e CSN, com expectativa de resultados semelhantes durante os três meses seguintes e recomendação de compra para seus papéis.

Duvidando de novos reajustes em 2008, o analista projeta nova elevação de 15% em 2009, como maneira para repassar um possível aumento dos custos.

Embora revele certos riscos associados à queda na demanda européia e norte-americana, o analista espera que a limitada oferta no mercado internacional dará suporte ao patamar elevado dos preços, mas aponta as exportações chinesas como a variável-chave para o cenário global do setor."

Fonte de notícia: Infomoney

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