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segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Bovespa sobe, Vale e Petr conduz alta

Boa noite,

Hoje, segundo pregão do ano, assim como no primeiro, a bolsa de valores de São Paulo registrou alta de mais de 3%, fechou aos 41.518 pontos, o giro financeiro foi de cerca de R$ 3,4 bilhões.
O dolar caiu seguinto a valorização dos commodities e o incentivo, dado pelo BC com seu leilão da moeda.

A bovespa foi puxada pela valorização dos papéis da Vale e Petrobrás, Vale, que registrou ganhos de 7,7%, para R$ 32,86 e Petrobras com valorização de 3,24%, a R$30,83, estes dados são do papeis ON

INFELIZMENTE esta alta é de longe por um motivo bom, o que impulcionou a alta da bovespa, que subiu com as ações da Petrobras e Vale, que só subiram com a valorização dos commodities (Minerio, Petroleo) disputados na guerra do Oriente Médio.

Espero que a bovespa siga a tendencia de alta, que a guerra acabe e que todos ganhemos com paz e sorte.

Abracos,

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Papéis da CSN podem ter evidência em Setembro - Fique de olho

Venda da Namisa coloca a CSN ON em evidência

As negociações para a venda parcial ou total da Namisa pela Cia. Siderúrgica Nacional (CSN) é o evento de curto prazo que pode puxar os papéis em setembro, esperam os participantes da Carteira Valor. Seis entre dez analistas indicam as ações ordinárias (ON, com direito a voto) da siderúrgica como uma das principais recomendações para o mês.
A expectativa é de que, com a venda da mina de minério de ferro localizada em Minas Gerais, a CSN comece a mostrar para o mercado os valores ocultos dentro da empresa. Seria um caminho aberto para que outro projeto valioso, o da Casa de Pedra, começasse a ter um destino. No passado cogitou-se uma oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) ou a transferência do controle, ou parte dele, para um "player" estratégico. Mais recentemente, a CSN mostrou interesse em investir fortemente nos ativos de mineração, especialmente na Casa de Pedra.
Por ora, na disputa pela Namisa estariam a Nippon Steel e uma unidade da JFE Holdings, em conjunto com uma "trading" japonesa, além da ArcelorMittal, conforme noticiou a Reuters na semana passada. Pelo mercado, especula-se que a CSN poderia angariar para o seu caixa cerca de US$ 2 bilhões, o que representaria um senhor lucro contábil, considerando-se o valor pago na operação, de US$ 440 milhões.

Além de CSN ON ter o potencial de ganhar com o evento Namisa, há fundamentos que justificam a compra também para o longo prazo, afirma o chefe de análise da Concórdia Corretora, Eduardo Kondo. Ele cita que a companhia tem investimentos ambiciosos programados para os próximos anos e, no terceiro trimestre, vai refletir os reajustes nos preços do aço obtidos até agora. "Não há queda de demanda visível pelo menos até 2011, a companhia vem trabalhando a plena capacidade e tem um portfólio diversificado, sendo menos dependente de determinados segmentos."
No setor siderúrgico, Gerdau ON é outra aposta de Kondo, pela estratégia agressiva em aquisições e pela exposição ao setor de construção civil, que tem se mostrado bastante dinâmico. A escolha da ação ON, em vez da PN, mais líquida, justifica-se pelo desconto de 17%, que faz com que o retorno em dividendos (o "dividend yield") seja potencialmente maior.
Vale PNA foi uma das inclusões da Itaú Corretora no mês. Depois de as ações terem sofrido com a queda do preço do níquel no mercado externo, a impressão, segundo o estrategista Fábio Anderaos de Araújo, é que a matéria-prima encontrou o seu piso, na casa dos US$ 20 mil a tonelada. "Abaixo disso há incentivos para se suspender a produção", diz, referindo-se ao anúncio da Xstrata, em meados de agosto, que parou de explorar a mina de Falcondo, na República Dominicana, por quatro meses. No lado do minério, os preços da Vale estão garantidos porque são reajustados em contrato anual.

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Informações da Bovespa

Abaixo informações da Bolsa ontem, que operou em alta e no ultimo momento recuou. Culpa de quem? rs...

A Bovespa operou ontem em alta até a última hora de pregão. Mas, com a perda de fôlego das ações da Petrobras no fim do dia, a Bolsa de Valores de São Paulo acabou por encerrar em baixa, de 0,40%.
A queda de ontem mantém a Bovespa em seu menor nível desde janeiro, aos 54.502 pontos. No mês, as perdas somam 8,41%, e, no ano, 14,69%.
Nos EUA, o setor bancário voltou a comandar o mau humor do mercado. O índice Dow Jones registrou no fim do pregão depreciação de 1,19%.
O pessimismo com o segmento foi detonado por um comunicado do JPMorgan Chase, no qual informou a possibilidade de ter de assumir mais perdas decorrentes da crise de crédito imobiliário, detonada no ano passado.
As ações do banco tiveram queda expressiva de 9,48% e puxaram outros papéis do setor: Bank of America perdeu 6,74%; Citigroup recuou 6,46%; e Morgan Stanley teve baixa de 6,37%.

Na Europa, onde o suíço UBS anunciou prejuízo trimestral superior a US$ 300 milhões, as Bolsas também caíram. Em Frankfurt, a baixa foi de 0,36%, e, em Londres, de 0,13%.
Na Bovespa, mesmo com os lucros bilionários do setor, os bancos acabaram seguindo seus pares internacionais e terminaram ontem em queda. Entre as maiores instituições financeiras, destaque para as baixas de Banco do Brasil ON (-3,41%), Unibanco UNT (-1,38%) e Bradesco PN (-1,29%).
As ações da Petrobras, embaladas pelo resultado mais forte que o esperado, encerraram em alta, apesar da queda do barril de petróleo no exterior. Vendido a US$ 113,01 em Nova York, o petróleo terminou as operações com queda de 1,26%.

Depois de alcançarem valorização de mais de 3% no começo do pregão, as ações da Petrobras perderam ímpeto com a depreciação do petróleo. No fim das negociações, a ação preferencial da Petrobras registrava valorização de 1,13%, e a ordinária, de 0,85%.
O setor siderúrgico, para o qual o desempenho das commodities no exterior é bastante relevante, terminou mais um pregão com perdas. Destacaram-se as quedas sofridas por Gerdau PN (-3,07%), Usiminas PNA (-3,03%), CSN ON (-2,49%) e Vale ON (-0,57%).

Dólar em alta
O mercado de câmbio viveu o seu sétimo dia de apreciação do dólar diante do real. A moeda americana subiu 0,56%, para R$ 1,625, o que levou a valorização da divisa acumulada no mês para expressivos 3,97%. No ano, a queda acumulada pelo dólar ainda é elevada, de 8,55%. Com o cenário atual de queda das commodities e apreciação do dólar no exterior, os investidores estrangeiros alteraram as posições de seus contratos no mercado futuro, passando a apostar no fortalecimento do dólar diante do real.

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