segunda-feira, 25 de maio de 2009

Comandos para Windows

Olá pessoal,

Muita gente gosta de usar atalhos para executares aplicativos ou opções do sistema Windows.
No menu Iniciar -> Executar você pode digitar diversos comandos que vão auxiliar e muito sua vida. Abaixo alguns exemplos e um arquivo para você baixar a lista completa!

Assistente de controles => access.cpl

Assistente de acessibilidade => accwiz

Adicionar novo hardware => hdwwiz.cpl

Adicionar/Remover programas => appwiz.cpl

Ferramentas Admnistrativas => control admintools

Adobe Acrobat (Executar se instalado ) => acrobat

Adobe Designer (Executar se instalado ) => acrodist

Adobe Distiller (Executar se instalado ) => acrodist

Adobe ImageReady (Executar se instalado ) => imageready

Adobe Photoshop (Executar se instalado ) => photoshop

Atualizações automáticas => wuaucpl.cpl

Assistente para transferência BlueTooth => fsquirt

Calculadora => calc

Gerenciador de Certeficados => certmgr.msc

Mapa de caracteres => charmap

Check Disk Utility => chkdsk

Clique aqui para baixar o arquivo com a lista com 156 comandos para Windows.

Abraços e sorte

Mas pai ?!?!?!??!?

Bom dia,

Estou postando uma matéria no mínimo interessante, feita pela Época Negócios, que fala sobre a decisão dos multimilionários em deixar sua fortuna para instituições de caridade e não para os filhos. Segue abaixo:



O interesse crescente em filantropia entre os mais ricos do Reino Unido e dos Estados Unidos indica que a próxima geração de multi-milionários talvez não faça justiça ao título. Segundo uma pesquisa divulgada agora, muitos milionários – e até bilionários – pretendem deixar menos dinheiro como herança para seus filhos.

Pesquisa da Richard Harris, fundadores do serviço de testamento online, descobriu que 62% das pessoas com ativos estimados em mais de US$ 800 mil planejam gastar seu dinheiro com obras de caridade ou simplesmente doá-lo para as organizações.

Com isso, os milionários estariam seguindo os passos de ricos “do bem” como Bill Gates e Duncan Bannatyne, que decidiram doar a maior parte de suas fortunas para causas nobres a fim de iincentivar os filhos a iniciar uma carreira e pagar suas próprias contas.

Segundo o próprio Richard Harris, “filantropos ricos, principalmente empreendedores multi-milionários, são firmes em dizer que querem que seus filhos tenham um incentivo para trabalhar duro como eles fizeram em suas vidas. E uma forma de fazer isso é limitando suas heranças”.

“Os pais não querem tirar a ambição dos filhos”, diz. “Em vez de deixar suas fortunas para trás, eles estão repassando a maior parte do dinheiro para causas sociais que eles já defendem e nas quais acreditam. Eles estão colocando mais ênfase em deixar um legado que beneficie a sociedade.”

“Há uns dez anos, 75% da lista dos mais ricos do jornal Sunday Times eram compostos por gente que havia herdado dinheiro de família. Hoje, essa proporção é inversa”.

Tanto é verdade que a lista dos filantropos inclui nomes de prestígio do mundo dos negócios.


- Duncan Bannatyne – Empreendedor que faz parte do programa de TV inglês “Dragon’s Den”, em que milionários dizem se vão ou não investir no negócio de novos empreendedores. Pai de seis filhos. Ele criou um fundo para beneficiar suas crianças, mas já avisou aos filhos que eles terão de demonstrar fibra moral suficiente antes de receber sua parte do quinhão.

- Peter Jones – Empreendedor que também faz parte do programa “Dragon’s Den” já disse aos cinco filhos que eles terão de trabalhar, mas prometeu que um fundo vai dobrar sua renda a cada ano e se eles decidirem trabalhar com organizações de caridade (terceiro setor) ou assumirem um trabalho socialmente responsável, o fundo pagará três vezes seu salário anual.

- Bill Gates – O fundador da Microsoft planeja doar a maior parte de sua fortuna antes de morrer, mas quer deixar US$ 10 milhões para cada um dos três filhos. O resto vai direto para obras de caridade nas quais está envolvido com a Fundação Bill e Melissa Gates. Ele é especialmente atraído para projetos de educação em países menos desenvolvidos.

- Warren Buffet – O mega-investidor americano, segundo homem mais rico do mundo atrás somente do amigo Bill Gates, tem uma fortuna estimada em US$ 62 bilhões. Ele já declarou que vai deixar aos filhos “o suficiente para que eles possam fazer qualquer coisa, mas não tanto que não queiram fazer nada na vida”.

- Barron Hilton – O avô da patricinha Paris Hilton prometeu doar 97% da sua fortuna de US$ 2,3 bilhões para entidades beneficentes.

Fonte: Época Negócios / Globo.com

terça-feira, 19 de maio de 2009

Sadia e Perdigão assinam acordo

Os presidentes-executivos e representantes dos acionistas da Sadia e da Perdigão assinaram na noite desta segunda-feira o contrato de fusão das duas empresas, criando a gigante da indústria alimentícia Brasil Foods (BRF). A nova empresa nasce com os apostos de décima maior empresa de alimentos das Américas, segunda maior indústria alimentícia do Brasil (atrás da JBS Friboi), maior produtora e exportadora mundial de carnes processadas e terceira maior exportadora brasileira (atrás de Petrobras e Vale).

Com 119 mil funcionários, 42 fábricas e mais de R$ 10 bilhões em exportações por ano, a gigante surge com um faturamento anual líquido de R$ 22 bilhões. A fusão foi concretizada depois de meses de negociações. A elaboração final do contrato, informa a reportagem, foi marcada por muitas idas e vindas entre advogados e executivos de bancos de investimentos envolvidos no acordo. Nesta terça, os presidentes dos conselhos da Sadia, Luiz Fernando Furlan, e da Perdigão, Nildemar Secches --que na segunda jantavam em um restaurante em São Paulo enquanto o contrato era assinado--, devem anunciar o negócio oficialmente e esclarecer dúvidas de analistas de mercado e jornalistas.

Também nesta terça, a fusão deve ser comunicada à CVM (Comissão de Valores Mobiliários) --órgão fiscalizador do mercado acionário--, que deve analisar se a operação foi realizada de acordo com a regulamentação. O Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), órgão de defesa da concorrência, também precisa aprovar o negócio. Até lá, a estrutura das companhias continua funcionando de maneira independente.

Fonte: Folha de SP

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Mudança na poupança

Nenhuma das alterações da poupança e dos fundos de investimento que o governo Luiz Inácio Lula da Silva anunciou na semana passada entrou em vigor, mas os investidores de todos os portes estão bastante confusos e se perguntam qual é a melhor estratégia a seguir daqui em diante a fim de conseguir bons retornos para as suas economias.
Nada muda para quem tem até R$ 50 mil disponíveis para aplicações.
Para o investidor que tem um montante maior, nada muda ainda, também porque alguns detalhes sobre as novas regras não foram divulgados, como o tamanho efetivo do desconto de Imposto de Renda que será concedido aos cotistas de fundos durante 2009. Além disso, o Congresso ainda precisa aprovar as alterações.
Mas é possível fazer uma reflexão a respeito das táticas empregadas e, pensando nas mudanças que devem ser implantadas, tentar aperfeiçoá-las.

Com a queda da taxa básica de juros da economia -a Selic foi reduzida pelo Banco Central em 3,5 pontos percentuais desde dezembro-, a caderneta de poupança, a qual oferece rendimentos garantidos de 6% mais a TR (Taxa Referencial), já se mostra mais atraente para o investidor do que muitos fundos de investimento. A variável decisiva nessa comparação é a taxa de administração cobrada dos fundos -quanto mais elevada, menores os ganhos que sobram para o cotista.
De acordo com os cálculos feitos pelo professor da Fipecafi (Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras) Eduardo Paiva a pedido da Folha, com a Selic a 10,25% ao ano, como se encontra agora, somente fundos com taxa inferior a 2% apresentam retorno superior ao oferecido pela poupança, considerando a cobrança de 15% de IR, uma alíquota aplicável ao cotista que fica no mínimo dois anos com o seu dinheiro investido.
O cenário é praticamente igual quando a simulação desconta dos rendimentos da poupança o Imposto de Renda que deve ser cobrado a partir do ano que vem dos investidores cujo saldo na caderneta seja superior a R$ 50 mil.
E, conforme a Selic vai sendo reduzida, menos sedutores ficam os fundos. Chegando a 8% ao ano, perdem da poupança sempre. Nesse ponto, dizem os especialistas, será inevitável para o governo mexer no rendimento da caderneta.

Vantagens e desvantagens
"O investidor, antes de pensar em sair da sua aplicação, tem que esperar para verificar se tudo o que foi anunciado vai se tornar realidade. Aí, sim, haverá parâmetros para analisar, na ponta do lápis, se vale a pena partir ou ficar", diz Mauro Calil, professor e consultor do Centro de Estudos Calil & Calil.
No momento em que as normas estiverem em vigor, a primeira providência a ser tomada é negociar com o gerente do banco taxas de administração menores ou procurar outras instituições que ofereçam condições mais vantajosas -lembrando que a alíquota de Imposto de Renda muda quando se troca de instituição, pois a contagem de tempo zera.
"Dependendo do caso, uma diferença de R$ 10 nos rendimentos nem sequer compensa o trabalho de trocar, afinal, esse dinheiro pode representar as qualidades de uma alternativa ou de outra", afirma Paiva. "A poupança se beneficia do fundo garantidor de crédito, do governo federal, que devolve para o investidor até R$ 60 mil na hipótese de quebra do banco. Demora um pouco mais para recuperar os recursos do fundo se houver algum tipo de problema. Só que o fundo agrega outros serviços que podem ser cômodos para o cliente. Cada um tem que pensar na sua conveniência e, importantíssimo, nos planos que faz para os recursos guardados. Esses objetivos é que devem guiar a escolha do instrumento mais adequado."
Outro conselho de Paiva é que o investidor perca o medo de aplicar em renda variável: ações e derivativos. São alternativas mais arriscadas; porém, no longo prazo, podem proporcionar ganhos maiores do que a poupança e os fundos.
"Entendo que existe um certo medo. No entanto, todos compramos geladeiras sem sermos eletricistas para saber quanto consome de energia ou notebooks sem sermos experts em informática. O mesmo vale para a Bolsa de Valores, trata-se de um produto como qualquer outro, a respeito do qual precisamos ter todas as informações antes de adquirir."

Fonte: Folha de SP

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