Mostrando postagens com marcador banco central. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador banco central. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Bradesco compra Banco ibi, da C&A

Boa tarde,

Parece até disputa, qual banco compra mais banco, rs.

"O Bradesco fechou ontem à noite a compra do Banco ibi, ligado à rede varejista holandesa C&A, em um negócio de mais de R$ 1 bilhão. A compra será anunciada hoje à Comissão de Valores Mobiliários (CVM). É a primeira aquisição feita pelo Bradesco na gestão de Luiz Carlos Trabuco Cappi, que assumiu a presidência em março.
O Banco ibi nasceu em 2002, quando a divisão de serviços financeiros que administrava os cartões de crédito da C&A ganhou vida própria. Com o tempo, passou a prestar serviços também para outras redes varejistas de todo o País, como Angeloni, de Santa Catarina, Modelo, de Mato Grosso, e a rede de lanchonetes McDonald?s. Além dos cartões próprios das redes, o banco também emite cartões com as bandeiras Visa e Mastercard.
No total, o ibi tem uma carteira de mais de 20 milhões de clientes. Segundo informações da página do banco na internet, está presente em todo o território nacional, com mais de 400 pontos de venda, considerando-se as lojas próprias e lojas de parceiros. Além disso, tem também operações em outros países, como Argentina e México. A venda para o Bradesco faz parte da estratégia da Cofra Holding AG, controladora da C&A, de se desfazer de todas as suas operações bancárias no mundo. Procuradas, a assessoria do Banco ibi não se pronunciou e a do Bradesco não retornou as ligações.

Com a aquisição, o Bradesco praticamente dobra sua base de clientes de cartão de crédito, o que o deixa provavelmente na segunda posição entre os maiores do País nesse setor, atrás apenas do Itaú-Unibanco - que conta com fortes parcerias com grandes grupos varejistas para a emissão de cartões.
As financeiras ligadas a grupos varejistas cresceram muito no País nos últimos anos. Além da C&A, também têm operações de grande porte nessa área as varejistas Renner e Riachuelo. Além de cartões de crédito, essas instituições operam também com crédito pessoal e no financiamento das vendas das lojas."

Fonte: Estado de SP

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Alertas para impactos no BC dos EUA

Os resultados financeiros do próprio Federal Reserve (Fed, o banco central americano) começam a preocupar. Para evitar que mais bancos quebrem, o Fed anunciou uma série de medidas que vão facilitar os empréstimos para instituições com problemas, exigindo menos garantias. "Muita gente está preocupada com o balanço do Fed, que está ficando cheio de ativos podres", diz Benn Steil, diretor do Centro de Economia Internacional do Council of Foreign Relations.
O BC americano passará a aceitar ações como garantias dos bancos que precisam de empréstimos. "Vai na contramão do Banco Central Europeu (BCE), que está restringindo os ativos que aceita como colaterais."
Apesar de ter-se recusado a injetar dinheiro no Lehman Brothers, o Fed está ampliando a sua atuação para garantir a saúde dos bancos. "O Fed está expandindo o papel de credor de última instância, situação semelhante à vivida por bancos centrais da Ásia e da América Latina nos anos 90", disse Steil
Segundo ele, na época, as pessoas se refugiavam em dólares porque temiam uma situação inflacionária de bancos centrais sobrecarregados com a tarefa de garantir instituições financeiras. "O Fed está assumindo muitas dívidas e pode acabar na mesma situação", diz. "A instituição precisa ser mais cuidadosa com as garantias, se não perde confiança e as pessoas vão comprar euros ou ouro."

Para Vitória Saddi, economista-chefe para América Latina do RGE Monitor, a "flexibilização de regras" generalizada do Fed está afetando a confiabilidade da instituição. "É muito pior do que fazer um Proer, como nós fizemos, para socorrer os bancos; essa flexibilização de regras desmoraliza o sistema financeiro", diz a economista. "Só falta flexibilizar as regras contábeis."
Em seu artigo mais recente, Kenneth Rogoff, ex-economista-chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI), também demonstrou preocupação com o aumento dos empréstimos dos bancos centrais. "O Fed, o BCE e o Banco da Inglaterra, coletivamente, fizeram empréstimos de curto prazo de centenas de bilhões de dólares para bancos", disse Rogoff.
Segundo ele, "se os bancos centrais tiverem de encarar grandes perdas em seus balanços, não será necessariamente o fim do mundo, mas a história sugere que consertar o balanço de um banco central nunca é um processo agradável". "Diante de perdas, um BC pode sair do buraco ou através de inflação ou da recapitalização, pelos contribuintes, duas soluções extremamente traumáticas."

Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina

  ©Template Blogger Green by Dicas Blogger.

TOPO