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sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Ranking de Corretoras 2009

A avaliação das instituições, realizada junto a clientes de todas as sociedades corretoras presentes na Bovespa, foi dividida em seis categorias distintas: desempenho geral, home broker, atendimento, conteúdo e ferramentas, operacional e custo benefício. Vale destacar que a avaliação não se resumiu aos serviços de home broker, mas sim aos serviços gerais oferecidos pelas corretoras.

Ao visitar cada quesito, conheça as visões estratégicas dadas em entrevista com as vencedoras. Os resultados totais da pesquisa, incluindo a lista completa de premiados, estão na edição atual da Revista InfoMoney - Ações & Mercados. Conheça as premiadas:

Atendimento

Conquistando o primeiro lugar de forma consecutiva no quesito Atendimento, após o sucesso em 2008, a Geração Futuro atribui o sucesso à união de formas tradicionais de atendimento (e-mail, telefone) a visitas programadas aos escritórios, onde há salas para conversar com os profissionais. Porém, se o investidor não aparecer, o sócio-diretor Wagner Salaverry garante que os próprios consultores vão atrás. "Percebemos que isso é um diferencial que conseguimos manter em relação aos nossos concorrentes".

Como vice-campeã, a Um Investimentos adota estratégia parecida, enxergando no bom relacionamento com o cliente um ponto enfático de suas operações. "A corretora recentemente aumentou a equipe do 0800 e criou canais de atendimento online, por meio do home broker, e também do telefone", conta Marcello Giancoli, um dos sócios. A lista das três melhores neste quesito foi completada pela Spinelli.

Conteúdo & Ferramentas

Importante no processo de tomada de decisão do investidor, o critério Conteúdo & Ferramentas também teve a mesma vencedora da edição passada, a Ágora. O diretor-presidente da corretora ressalta a preocupação com a área de tecnologia, tentando oferecer uma ampla gama de produtos e informações que facilitem a decisão. "Procuramos disponibilizar novos instrumentos que obedeçam à conjuntura e à estratégia mercadológica da empresa, sempre buscando antecipar tendências", comenta Aníbal César dos Santos.

Subindo uma posição em relação ao ano passado, a vice afirma estar atenta ao que as outras estão oferecendo. Para Wagner Salaverry, da Geração Futuro, além dos cuidados tomados na hora de se comunicar com o usuário, a boa performance obtida no ranking pode ser explicada pela funcionalidade do site. Neste quesito, o terceiro lugar ficou a Alpes Corretora.

Custo-Benefício

Nenhum serviço prestado é bom se o preço for inadequado. Sem presença de destaque no ranking do ano passado, a Tov conquistou o primeiro lugar na relação custo-benefício na edição atual. Em entrevista comentando a premiação, a equipe ressalta a boa reentrada no mercado, depois de larga estruturação no ano passado. Nesse sentido, ganha ênfase a preocupação em oferecer produtos que sejam baratos e, ao mesmo tempo, despertem o interesse do usuário. "Nós queremos cobrar não só a menor tarifa do mercado, mas disponibilizar também boas ferramentas", explica Carlos Fraga, um dos diretores da Tov.

Vice-campeã, a Título enxerga a relação custo-benefício com uma ótica semelhante, destacando a importância de prestar um serviço de qualidade e, ao mesmo tempo, cobrar "preço justo". "Achamos que esse critério é muito importante na hora em que o investidor decide abrir sua conta e, sem dúvida, permite um número maior de operações", afirma Márcio Cardoso, diretor da Título. Completando o quadro das três primeiras colocadas neste quesito ficou a Banif.

Home Broker

Quando o assunto foi operar diretamente via internet, a Spinelli, campeã na categoria Home Broker, levou a melhor. Para Rodrigo Puga, diretor responsável pelo home broker da corretora, a conquista da primeira posição deve-se à reformulação do sistema virtual, que recebeu ferramentas de análise técnica e uma sala de chat direto com os analistas. "Nós jogamos fora o que tínhamos e começamos tudo novo, com foco maior no investidor de curto prazo", explicou.

"Estamos honrados com essa boa colocação e vemos isso como incentivo para continuar melhorando a plataforma", comentou Roberto Lee, diretor de Marketing e Produtos da Alpes. A segunda colocada no quesito concentra-se na interface que de fato interessa ao investidor pessoa física, seu grande foco. Neste quesito, o terceiro lugar ficou também para a Banif.

Operacional

Também em forte ascensão frente ao ano passado, a Alpes foi a campeã da categoria Operacional, privilegiando caminhos que tornem as operações óbvias ao usuário, sem tantas etapas. Essa linguagem direta é posta em prática principalmente através do home broker WinTrade. "Todo mundo quer qualidade e tranquilidade para operar", afirma Roberto Lee.

Ocupando o vice, a Ágora enxerga seu status diretamente associado à preocupação com tecnologia. De acordo com Aníbal Cesar dos Santos, "robustos investimentos na infraestrutura tecnológica" garantem a qualidade da área. "Hoje, cerca de 90% das operações são processadas em menos de 1,5 segundo", explica o diretor-presidente. A lista das três melhores neste quesito foi completada pela Geração Futuro.

Desempenho Geral

Questões particulares são sempre importantes, mas adiantam pouco se o agregado não é bom. Daí a necessidade da avaliação do Desempenho Geral, na qual a Alpes subiu ao lugar mais alto do pódio pela segunda vez em sequência. Para a corretora, o foco em pequenos investidores explica a liderança no ranking. "Nossos profissionais são especialistas no trato com pessoa física. O pessoal é antenado, é dinâmico, com um perfil assim em todas as áreas, seja web design, controladoria ou tecnologia da informação", conta Roberto Lee.

No segundo lugar geral, a Spinelli persegue crescimento. "Nos últimos dois anos, saímos do Centro e viemos para a Faria Lima. Praticamente dobramos a equipe nesse intervalo, chegando a 120 colaboradores. Fizemos investimentos pesados, montamos uma área de research, aprimoramos nosso departamento comercial; ou seja, estamos em movimento", diz o diretor Manuel Lois. Já a terceira colocação foi novamente ocupada pela Banif.

Fonte: Infomoney

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Barrados no IPO Visanet

Bom dia,

Algumas corretoras foram barradas para o IPO Visanet. Siga a matéria:

Em meio à badalação em torno daquela que promete ser a maior oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) do mercado brasileiro, de cerca de R$ 10 bilhões, os investidores de varejo foram surpreendidos pelo descredenciamento de 19 corretoras da operação da Visanet. O coordenador líder do IPO, o Bradesco Banco de Investimentos (BBI), tomou a iniciativa no último dia de reservas, para não correr o risco de ter a operação adiada após a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) identificar irregularidades no material publicitário divulgado pelos distribuidores.
Do "pool" de distribuição, inicialmente formado por 79 corretoras, saíram grandes nomes, incluindo as corretoras que estão debaixo do conglomerado Bradesco, a Bradesco Corretora e a Ágora. Outras relevantes no atendimento à pessoa física foram ABN Amro Real, Ativa, Unibanco Investshop, Alfa, Coinvalores, Corretora Geral, Souza Barros, Elite, Fator, Finabank, Gradual, Hencorp, Icap, Intra, Solidus e Umuarama. Geração Futuro, XP Investimentos e Banif já haviam sido afastadas na semana passada pelas mesmas razões. No conjunto, são instituições que representam perto de 50% do varejo brasileiro, com potencial de levantar cerca de R$ 350 milhões, ou quase 5% da oferta.
Sob pressão do regulador, o BBI puniu as corretoras que considerou estarem em desconformidade com a regra de que todo material publicitário tem de ter aprovação prévia da CVM, mas não ampliou o prazo de reservas. Isso quer dizer que quem encomendou as ações por qualquer uma das instituições desabilitadas teve seu pedido cancelado e foi obrigado a bater às portas de outra casa na última hora. Como o processo de abrir conta numa corretora não é simples e requer a mesma documentação envolvida na abertura de uma conta bancária convencional muita gente ficou de fora.

Para se ter uma ideia, na Gradual Corretora, que detém uma participação pequena no home broker, de 1,6% pelo ranking de maio, cerca de 2 mil investidores tinham feito reservas, num total de quase R$ 50 milhões. O que dizer da Ágora Corretora, com uma fatia de 20% do mercado? "Teve aplicador que tirou dinheiro da renda fixa para dar como garantia e foi avisado na última hora que não vai participar", diz Marcelo Smarrito, diretor da Gradual. Ele não questiona a CVM, mas diz que os maiores prejudicados foram os investidores. "Eu preferiria não ganhar um centavo na oferta, mas atender o cliente."
Abrir mão de receitas após um momento complicado de mercado, em que os volumes na bolsa caíram drasticamente, só voltando a se recompor recentemente, é mesmo um soco no estômago das corretoras. Considerando-se a taxa de colocação, de 0,8%, e a de corretagem, de 0,5% (quando não se adota a tarifa fixa) o volume potencial que as desabilitadas arrecadariam esbarraria nos R$ 5 milhões. Mas, como destaca Smarrito, o efeito final é que a corretora perde o cliente não só no IPO, como também pelos próximos dez anos pela quebra de confiança.
A sanção em massa teria ocorrido após a XP Investimentos ter sido desabilitada na semana passada e encaminhado ao BBI uma carta questionando a decisão. No documento - ao qual o Valor teve acesso -, a corretora explica ter reproduzido informações que já constavam na sua página na internet e enviado aos clientes por e-mail. Considerou que, para tanto, não precisaria de aprovação específica da CVM e que outras instituições tinham conteúdos similares em seus sites. Nos anexos, a XP coloca a própria mensagem e de outras seis corretoras, que estão entre as descredenciadas.
O diretor-geral da XP, Guilherme Benchimol, confirma o envio da carta com cópia à CVM, mas diz que a intenção não era denunciar as concorrentes. "Quisemos apenas mostrar que o material era similar às demais, nunca pensamos em dizer que alguém estava agindo errado", diz. Segundo ele, o material enviado aos clientes da XP era factual e meramente informativo "como o das demais corretoras", e portanto a punição exagerada, prejudicando parte dos 40 mil clientes da casa que poderiam se interessar pela oferta.

O superintendente de Registros de Valores Mobiliários da CVM, Felipe Claret da Mota, explica que toda comunicação com o investidor tem de ser previamente aprovada. Cabe ao coordenador líder enviar as minutas de mailing, de carta e folders para avaliação prévia. Após esse trâmite, a corretora coloca o seu logotipo sem mudar o padrão. Claret não dá exemplos, mas diz que houve casos gritantes. "O material tem de trazer uma linguagem equilibrada, apontar os riscos e não ser um estímulo demasiado para a compra, pois o investidor pode não ter sucesso, não há garantia de que vá ganhar dinheiro."
À instituição líder cabe o descredenciamento dos que teriam cometido exageros, mas Claret admite que se a iniciativa não fosse tomada, a operação poderia ser suspensa. Para não correr o risco de colocar a oferta num mau momento de mercado, a decisão do BBI foi pela desabilitação em massa. Agora, cada uma das corretoras responderá a um processo administrativo sancionador na CVM.
Segundo um executivo de uma corretora ligada a um banco médio, alguns casos de publicidade foram realmente gritantes. Ele conta que uma instituição encaminhou e-mail para os clientes não só avisando sobre a oferta, como também recomendando a compra e indicando o preço que o investidor deveria colocar na reserva.
A interpretação geral é a de que ao excluir as corretoras especializadas no atendimento à pessoa física, excluiu-se o pequeno investidor da oferta. Já se avalia também que, apesar do grande número de prejudicados, haverá beneficiados - provavelmente, na operação de varejo não haverá rateio para os que conseguiram fazer o pedido. Já quem reservou mais ações do que pretendia contando com o rateio vai ter de levar tudo.
A avaliação no mercado é de que a visibilidade da operação teria feito a CVM ser mais exigente e os líderes a procurarem se certificar do sucesso da venda. Isso porque a demanda do institucional estrangeiro já teria superado em quase três vezes a oferta e não havia razão para tirar o brilho da operação por conta de problemas com o varejo local. A preocupação fica evidente quando se nota que, na primeira exclusão de corretoras, o banco já deixava claro que, independentemente de as corretoras apresentarem esclarecimentos satisfatórios à CVM, elas deixariam de integrar o "pool".

Fonte: Valor Econômico

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Fundos de Ações - Bolsa numa cota só

Investidores que querem entrar no mercado de ações de uma maneira diversificada têm uma alternativa aos fundos de ações oferecidos pelos bancos. São os fundos de índices que negociam cotas em bolsa, os chamados Exchange Traded Funds (ETFs). Esses fundos montam suas carteiras de acordo com as carteiras dos índices de mercado, o que faz com que suas cotas sigam de perto a variação dos referenciais.
Há várias vantagens. As taxas de administração dos ETFs são muito menores que as dos fundos de ações em geral. O investidor pode acompanhar a rentabilidade e onde está aplicado seu dinheiro observando o desempenho e as carteiras teóricas dos índices, divulgados diariamente pelas bolsas. E o acesso é simples, uma vez que as cotas são compradas e vendidas como uma ação em qualquer corretora. Há também vantagens fiscais para pequenos investidores: as vendas de PIBB ou dos demais ETFs até o valor de R$ 20 mil por mês não pagam imposto - enquanto nos fundos de ações, sempre há imposto de 15% sobre o ganho.
O mais antigo ETF brasileiro é o fundo Papéis Índice Brasil Bovespa, o PIBB, criado pelo BNDES em parceria com o Banco Itaú em julho de 2004. Ele reproduz o Índice Brasil 50, das 50 ações mais negociadas da Bovespa ponderadas por seu valor de mercado. No fim de novembro do ano passado, foram lançados pelo Barclays outros três fundos de índice, um que reproduz o Índice Bovespa, o Bova11, e os outros de dois novos indicadores, um de empresas menores ("small caps"), o Small11, e outro de médias e grandes empresas ("mid-large caps"), o Mila11.
A ideia dos ETFs, de comprar em um único contrato uma cesta de ações, é muito boa, avalia Marcia Dessen, da consultoria BankRisk. No caso do PIBB, a cota reflete a variação de 40 ações. No Bova11, são 66. "O custo é bem atraente em relação a outros fundos de ações", observa ela. O único senão é a questão da liquidez. "O investidor precisa ver se há volume de negócios suficiente para quando ele quiser vender", observa Marcia.
Ela destaca que é importante observar não apenas o volume financeiro, mas o número de operações com as cotas. "Esse é o desafio desses investimentos, assegurar que existe mercado secundário para as cotas, porque o investidor brasileiro está acostumado com horizonte de curto prazo e liquidez." Marcia lembra, porém, que o investidor pode parcelar sua saída do mercado, mas para isso não pode precisar do dinheiro de uma hora para outra. "Mas como dinheiro de bolsa nunca deve ser o dinheiro das emergências, não vejo problema", diz.

No caso do PIBB, a média de negócios está em 70 por dia neste ano, representando R$ 2,1 milhões. Já o Bova11, o iShare do Ibovespa, vem tendo 66 negócios por dia, com valor de R$ 5,3 milhões. "É uma quantia razoável", diz Márcia. Mas é muito menos que os 19 mil negócios diários de Petrobras PN ou os 18 mil de Vale PNA.
O volume de negócios com iShares, no entanto, tende a aumentar a partir de março. A bolsa vai inaugurar um sistema que facilitará aos grandes investidores transformar automaticamente ações em cotas do fundo, explica Murilo Robotton, diretor executivo de Produtos da BM&FBovespa. "Hoje, para fazer isso, é preciso já ter as ações em carteira ou então alugá-las no mercado, o que dificulta a operação", diz ele.
A partir do início do próximo mês, haverá um sistema especial que registrará as compras de ações feitas no próprio dia para formar as cotas do fundo. Com isso, o volume de negócios com iShares deve crescer e, com ele, o patrimônio do próprio fundo, com a conversão de mais ações em cotas. E isso permitirá uma ampliação dos limites de operações com opções de Bova11, diz Robotton. "Estamos estudando e vamos conversar com a Comissão de Valores Mobiliários para aumentar os limites com derivativos de iShares", diz. Segundo Robotton, várias corretoras informaram que investidores gostariam de lançar opções de Bova11, mas não conseguiam pelo limite do mercado. A mesma medida, em tese, poderá valer para o PIBB. "Mas isso depende dos responsáveis pelo produto estarem prontos", diz.
O PIBB, apesar de mais velho, não caiu no gosto dos bancos. Com taxa de administração de só 0,06% ao ano, é um dos ETFs mais baratos do mundo - o Bova11 cobra 0,54% ao ano. Com outros fundos de ações cobrando pelo menos 1% ao ano - alguns fundos passivos cobram até 3% ao ano para fazer algo parecido -, a aplicação acabou ficando relegada a segundo plano. Recentemente, o PIBB ficou também sem formador de mercado, a corretora Ágora. Os iShares tem o Citibank como formador.
Um ponto que o investidor precisa observar ao optar pelo PIBB ou pelo Bova11 é o custo de corretagem, que pode variar bastante de instituição para instituição. Comprar 100 cotas de PIBBs na Itaú Corretora, por exemplo, a R$ 56 cada, teria taxa de corretagem de R$ 55,17, ou 0,98% do preço pago pelos papéis, de R$ 5.600,00. Na Unibanco Investshop, a mesma operação sairia por R$ 29,95. O impacto do custo é maior para valores pequenos. Para comprar 10 cotas de Bova11, a R$ 38,00 cada, o investidor pagaria R$ 7,73 no Itaú (2% do valor da compra, de R$ 380,00 ) e R$ 2,13 no Unibanco (0,56% da compra). Há também a custódia, cobrada anualmente, e que também varia de corretora para corretora.

Fonte: Valor Economico

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Corretoras na corrida para fisgar o investidor

Já que estamos falando de corretoras, vejam o que elas estão fazendo pra atrair mais investidores:


A queda no volume de negócios de pessoas físicas na Bovespa está levando as corretoras a usar a imaginação para atrair os investidores. As iniciativas das instituições incluem campanhas com jogadores de futebol, abertura de escritórios e salas de ações e outros serviços especiais.
Em agosto, os negócios via internet - home broker - atingiram R$ 21,8 bilhões, para uma média de R$ 26 bilhões no ano, muito abaixo dos R$ 36,7 bilhões do pico de maio. A redução acontece apesar de o total de registros na Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia ter ficado praticamente estável de julho para agosto, em 529 mil contas. Isso mostra que o investidor está negociando menos, assustado com a queda de 14,85% do Ibovespa no ano.
Uma loja térrea com mezanino e cerca de 250 metros quadrados no coração do bairro Moinhos de Vento, um dos mais nobres de Porto Alegre, é a estratégia da XP Investimentos para capturar novos investidores. Comum em países como Estados Unidos e China, o formato pretende desmistificar e popularizar as operações em bolsa, facilitar o acesso dos clientes aos operadores e criar um novo espaço para os cursos e palestras promovidos pelo braço educacional da corretora, a XP Educação.
"Decidimos transformar o conceito de corretora em algo acessível a todos, de donas-de-casa a profissionais liberais", explica o sócio da XP e responsável pelas operações da XP Educação, Gabriel Leal. "Muita gente deixa de investir por medo e falta de conhecimento sobre o mercado e o que queremos é justamente quebrar esse bloqueio".

A loja foi aberta há um mês com investimentos de R$ 300 mil e recebe entre 30 e 50 pessoas por dia. Muitos são "curiosos", que nunca viram uma corretora, e boa parte volta para se inscrever nos cursos ou para abrir uma conta e investir, relata o executivo. Nesta semana, uma nova "loja-corretora" foi inaugurada, dessa vez em Campinas, em São Paulo, e mais duas estão programadas até o fim do ano, sendo uma em Minas Gerais.
Também atrás das pessoas físicas, a Win, braço de home broker da corretora Alpes, está há um mês com uma campanha estrelada pelo jogador Kaká, do Milan. A estratégia fez o número de consultas ao site quintuplicar e ajudou a corretora a manter o número de novos clientes cadastrados, em torno de 1,5 mil por mês, enquanto o restante do mercado caía 20%, diz Roberto Lee, diretor de marketing da Win. "Ele é nosso cliente e tem o perfil do novo investidor em ações, uma pessoa de outra área, que não tem tempo de ficar operando em bolsa, mas quer guardar parte das economias em ações", diz.
Já a TOV Corretora convocou o veterano meia-esquerda Neto, do Corinthians, exímio cobrador de faltas, para atrair os investidores. Para reforçar, a corretora cobra uma das menores corretagens do mercado, R$ 5,00.
Na Bradesco Corretora, a estratégia é se aproximar mais dos clientes, diz o superintendente executivo Wlademir Bidoy Mendonça. "Temos uma equipe que vai nas agências falar com gerentes e clientes, hoje de oito pessoas, que chegará a 12 até o fim do ano", diz. Além disso, o banco está ampliando o número de salas de ações, de 13 para 40 até o fim deste ano. "Temos ainda 72 pessoas em nossa central de atendimento de varejo para orientar as pessoas físicas, que sempre foram nosso foco", diz.

Também na linha da aproximação, a Gradual Corretora abriu 40 escritórios em todo o Brasil, onde pretende dar cursos e preparar os investidores para o mercado de ações, diz Marcelo Smarrito, diretor de estratégia e pessoa física da corretora.
Já a Ágora está usando seus boletins de TV e relatórios para acalmar os investidores, diz Claudio Gandelman, diretor de marketing e clientes. Além disso, a corretora colocou em funcionamento uma nova plataforma de negócios, que dá mais ferramentas para o investidor online.
No caso da XP, a unidade no bairro Moinhos de Vento, Porto Alegre, dispõe de sala equipada com computadores para os clientes acompanharem o mercado, quatro televisores, cafeteria e salas de reuniões. Doze operadores e dois gerentes trabalham no local, que funciona das 8h30 até às 19h30, mas em dias de curso o movimento só pára perto das 22 h. Agora o plano é instalar, na fachada, um "ticker" eletrônico com as cotações do dia.
Leal ainda não conseguiu mensurar o impacto do novo formato na captação de clientes, mas pretende atrair, só com a loja de Porto Alegre, mais 200 a 300 pessoas por mês para os cursos da XP Educação, que atualmente treina um contingente mensal de 2 mil aspirantes a investidores em 70 cidades do país.

Lista de Corretoras

Pessoal bom dia,

Tenho percebido uma grande procura por informações das corretoras. Qual é melhor? Melhor HomeBroker. Quanto custa? Taxa de custódia, etc.
Vou listar aqui algumas das mais citadas em foruns, blogs e deixar um link pra lista das corretoras listadas na Bovespa.

Titulo - Easy Invest
Site : http://www.easyinvest.com.br
Preço : R$10,00 por ordem executada, mas o minimo é de 3 ordens por mes. Não cobra taxa de custódia

Ativa Trade

Site : http://www.ativatrade.com.br
Preço : R$15,00 por ordem executada. Não cobra taxa de custódia

AGORA CTVM S.A
Site : http://www.agorainvest.com.br
Preço : R$20,00 por ordem executada. Taxa de custódia de R$6,00

Wintrade
Site : http://www.wintrade.com.br
Preço : R$5,00 no fracionario / R$20,00 no integral / R$10,00 para opções.
Taxa de custódia de R$10,00

Baninf
Site : http://www.banifinvest.com.br
Preço : R$15,99 por ordem executada.
Não cobra taxa de custódia

Solidez
Site : http://www.solidez.com.br
Preço : R$14,99 por ordem executada

Intra
Site : http://www.intra.com.br
Preço : ** Tabela sugerida pela Bovespa
Taxa de custódia : R$12,00

XP investimentos
Site: http://www.xpi.com.br
Preço: ** Tabela sugerida pela Bovespa.
Taxa de Custódia: R$ 9,86.

Gradual Investimentos
Site: http://www.gradualcorretora.com.br
Preço: R$ 20,00 por ordem executada.
Taxa de Custódia: R$ 10,00

Umuarama S.A. CTVM

Site: http://www.umuaramactvm.com.br
Preço: ** Tabela sugerida pela Bovespa.
Taxa de Custódia: R$ 7,34.

Coinvalores
Site: http://www.coinvalores.com.br
Preço: ** Tabelo sugerida pela Bovespa
Taxa de Custódia: R$ 15,00


** Tabela de Corretagem sugerida pela Bovespa:

Até R$ 135,05 = 0,00% + R$ 2,70
De R$ 135,06 até R$ 498,61 = 2,00% + R$ 0,00
De R$ 498,62 até R$ 1.514,68 = 1,50% + R$ 2,49
De R$ 1.514,69 até R$ 3.029,37 = 1,00% + R$ 10,06
A partir de R$ 3.029,38 = 0,50% + R$ 25,21

Abaixo está um link para o site da Bovespa com todas as corretoras que operam com Homebroker.

Corretoras com HB na Bovespa


Bom, é isso aí.
Façam uma boa escolha...

abraços e ate logo

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Ranking de Corretoras

Na sua primeira edição, o Ranking Infomoney de Corretoras, buscou mostrar as preferencia do investidor sobre as empresas que fazem o "link" entre investidores e investimentos: As Corretoras.
Foi avaliados o Atendimento, Conteudo e Ferramentas, Custo-Beneficio, HomeBroker, Operacional e Desempenho Geral.

Não vou descrever a fundo sobre os motivos e sobre os itens avaliados, quem quiser saber mais sobre esta pesquisa pode perguntar no "coments" que envio, ok?!. São elas:

Atendimento

Geração Futuro
Coinvalores
Planner
Gradual
Umuarama

Conteudo e Ferramentas

Ágora
Coinvalores
Geração Futuro
Win
Gradual

Custo-Benefício

Título
Banif
Solidez
Ativa
Win

HomeBroker

Win
Coinvalores
Souza Barros
Gradual
Ativa

Operacional

Coinvalores
Gradual
Spinelli
Ágora
Planner

Desempenho Geral

Win
Coinvalores
Gradual
Spinelli
Título

Muitas corretoras ficaram de fora, o que não quer dizer que não são boas, o importante é avaliar o que voce espera de uma corretora e escolher a que mais lhe proporciona isso.

Corretora altera sua carteira - Acompanhe

Uma nova ação entrou na carteira da corretora Alpes para esta semana. No lugar de Perdigão ON a corretora passou a indicar os papéis preferenciais da Itaúsa.
"Estamos recomendando a troca das ações da Perdigão por Itaúsa. Em nossa avaliação, as ações da Perdigão atingiram seu objetivo previamente estabelecido. Como o atual cenário é de elevação de juros, acreditamos que ações ligadas ao varejo podem sofrer um pouco até o final deste ano", diz o analista Fausto Gouveia.
A semana passada foi bastante fraca para o mercado acionário. A Bolsa de Valores de São Paulo não conseguiu escapar do mau desempenho do mercado internacional e terminou a semana com desvalorização acumulada de 3,87%.
Das 66 ações que estão na composição do índice Ibovespa, houve apenas 13 altas.
Nas carteiras sugeridas pelas corretoras na seção "Dicas", poucos papéis subiram no período. Destaque de alta apenas para a ação preferencial da Confab, que ganhou 9,56%.
No Ibovespa, a maior alta na semana ficou com a ação preferencial "B" da Copel, que subiu 3,76%. As outras altas ficaram com VCP PN (3,5%) e Eletrobrás ON (2,57%).
Se os ganhos não foram muito expressivos, as perdas dos papéis mais negociados chama a atenção.
Na semana que passou, quem teve o maior recuo foi a ação ordinária do JBS, que encerrou o período com queda de 15,15%. Logo atrás vieram Vivo PN (que caiu 13,14%), Embraer ON (perda de 11,05%) e Cyrela Realt ON (-10,19%).

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