Mostrando postagens com marcador juros. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador juros. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 12 de março de 2009

Selic - Corte de juros recorde.

Bom dia pessoal,

Corte na taxa de juros sempre é bom né?
Afim de segurar a crise, gerar mais movimentação no mercado, estimular compras etc, o Comitê de Política Monetária reduziu a taxa basica de juros, a SELIC. Abaixo uma matéria sobre o corte.

" O Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a Selic, a taxa básica de juros da economia, em 1,5 ponto porcentual. Com isso, o juro básico foi para 11,25% ao ano, o menor patamar da história, ainda que já tenha sido verificado em setembro de 2007. É primeira queda dessa magnitude desde 19 de novembro de 2003, quando a Selic caiu de 19% para 17,5% ao ano. A decisão dos membros do Comitê foi unânime e não inclui viés - mudança de juro antes da próxima reunião do Copom. De acordo com comunicado divulgado ao final da reunião, o Copom "acompanhará as perspectivas para a inflação até a próxima reunião em abril". A ata desta reunião será divulgada no dia 19 de março. A próxima reunião do Copom será em 28 e 29 de abril.

"Avaliando o cenário macroeconômico, o Copom decidiu neste momento reduzir a taxa Selic para 11,25% ao ano, sem viés, por unanimidade. O Comitê acompanhará a evolução da trajetória prospectiva para a inflação até a sua próxima reunião, levando em conta a magnitude e a rapidez do ajuste da taxa básica de juros já implementado e seus efeitos cumulativos, para então definir os próximos passos na sua estratégia de política monetária", diz o comunicado divulgado após a reunião.

O mercado já considerava um corte de 1,5 ponto como projeção conservadora. O resultado do Produto Interno Bruto (PIB) do quarto trimestre do ano passado, que caiu 3,6%, mais do que o esperado, aumentou a expectativa de uma redução significativa dos juros. Nesta quarta, favoreceu este movimento a deflação de 0,45% do Índice Geral dos Preços de Mercado (IGP-M) na primeira prévia do mês, pior do que a mediana das previsões dos analistas (-0,13%) e inversa ao resultado positivo de 0,42% de igual prévia em fevereiro. O índice endossou a percepção de que a inflação não representa empecilho para o afrouxamento da política monetária, embora o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de fevereiro, de 0,55%, tenha acelerado em relação a janeiro (0,48%), mas não surpreendeu porque veio em linha com a mediana da pesquisa AE Projeções.

Antes da decisão do Copom, de um grupo de 60 instituições consultadas, 13 mantiveram-se com a estimativa de corte de 1 ponto porcentual e algumas (três casas) arriscaram aposta mais agressiva, de 2 ponto porcentual. A maioria das previsões, no entanto, estava concentrada na redução de 1,5 ponto porcentual. Tem ainda três instituições que cederam aos fatos e elevaram as apostas, mas com menos intensidade, para 1,25 ponto. A reação ao Copom deve dominar o mercado amanhã e pode ser potencializada pelo anúncio do Sinalizador da Produção Industrial (SPI) de São Paulo, da FGV, referente a fevereiro. Ainda, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulga, às 15 horas, o resultado de uma Consulta Empresarial sobre os efeitos da crise econômica sobre a indústria brasileira."

Fonte: Estado de SP.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Corte de juros? Manutenção? Aumento?

Boa tarde,

Qualquer um que acompanhe o blog sabe que eu não sou nenhum fã do Lula, mas dando o braço a torcer, ele vem fazendo um bom trabalho pressionando o BC para redução da taxa de juros. Mostra uma preocupação com a crise, e com taxa de juros reduzida afeta "menos" as classes menos privilegiadas, que como ele (Lula) sempre disse, é sua maior preocupação.

"Pressionado de um lado pelo presidente Lula, empresários e sindicalistas por corte nos juros e, de outro, por sua própria convicção de que a crise global pode levar a inflação a fugir do seu controle em 2009, o Banco Central optou ontem por um meio-termo. Manteve inalterada a taxa Selic por mais seis semanas, mas indicou que pode começar a reduzi-la a partir do mês que vem, na primeira reunião do Copom (Comitê de Política Monetária) de 2009.
Assim, a última reunião do Copom de 2008 não mexeu nos juros básicos da economia, que continuam em 13,75% ao ano pelo menos até 21 de janeiro. Mas o comunicado divulgado após a reunião ressaltou que um corte na Selic chegou a ser discutido, embora tenha prevalecido a posição mais conservadora, por unanimidade.
"Tendo a maioria dos membros do comitê discutido a possibilidade de reduzir a taxa básica de juros já nesta reunião, em ambiente macroeconômico que continua cercado por grande incerteza, o Copom decidiu, por unanimidade, ainda manter a taxa Selic em 13,75% ao ano, sem viés, neste momento", diz o texto.
Eram fortes as pressões do governo pelo corte na Selic, como vem fazendo a esmagadora maioria dos países diante da brusca queda na atividade econômica, e a manutenção da taxa foi longamente discutida. A reunião de ontem se estendeu por quatro horas, o dobro da duração média. Lula cobrava do BC uma redução nos juros ou, pelo menos, uma sinalização de que a taxa (a mais alta do mundo descontada a inflação) possa cair em breve. O conteúdo do comunicado foi a maneira de atender à reivindicação.
De imediato, uma redução de 0,25 ponto nos juros básicos teria pouco impacto real no custo dos empréstimos bancários no país, que já ultrapassa 40% ao ano, em média, segundo o próprio BC. A queda serviria para indicar que novos cortes podem ser promovidos, estimulando empresários a retomar seus investimentos e as pessoas a consumir: os dois principais motores do PIB em 2008.

Nas últimas semanas, Lula demonstrou insatisfação com o nível das taxas de juros no Brasil e pressionou o presidente do BC, Henrique Meirelles, a reduzir a Selic. Mesmo no mercado financeiro havia quem defendesse um afrouxamento da política monetária diante dos sinais de desaquecimento da economia, como a queda na produção industrial.
No mercado financeiro, estima-se que a economia deva crescer cerca de 2% no ano que vem, bem abaixo dos 4% perseguidos pelo governo.
Do lado da inflação, os favoráveis ao corte dos juros dizem que não há sinais de alta preocupante no nível de preços. No mês passado, por exemplo, o IPCA subiu 0,36%, uma desaceleração em relação ao 0,45% de outubro.
Apesar desses argumentos, o BC continua mostrando preocupação com o comportamento dos preços. Assim como na reunião anterior do Copom, no final de outubro, a instituição considera que o cenário atual é muito incerto e que ainda é cedo para projetar com segurança como a economia brasileira reagirá, em termos de crescimento e inflação, à crise.
Esse receio se soma ao risco apresentado pela alta do dólar ocorrida nas últimas semanas. Nos últimos 30 dias, a moeda dos EUA teve valorização de mais de 10% em relação ao real, o que, em tese, encarece produtos importados e pressiona a inflação.
Para 2009, cerca de 80 analistas do setor privado ouvidos pelo BC na última sexta-feira projetam uma inflação de 5,2%, distante dos 4,5% estabelecidos pelo centro da meta do governo (com tolerância de dois pontos). Confirmada a previsão, o resultado do ano que vem ficaria um pouco abaixo dos 6,2% esperados para 2008."

abraços e sorte...

terça-feira, 18 de novembro de 2008

EUA em recessão

Ola pessoal,

Como alguns já devem ter visto, a Europa do nosso querido "euro" entra em recessão, o Japão esta semana também anuncia a recessão no país.

Muitos dizem que os EUA estão a beira de entrar na onda, mas pra alguns analistas eles já estão em recessão. Segue uma pequena matéria sobre o assunto:

"Os Estados Unidos já estão em recessão, e ela não deve ser de curto prazo, segundo pesquisa com economistas do setor privado. De acordo com o levantamento do Nabe (Associação Nacional de Economia de Negócios, na sigla em inglês), 96% dos entrevistados afirmam que a maior economia mundial já está em recessão.

Metade dos economistas diz que a recessão começou no último trimestre do ano passado ou nos primeiros três meses deste ano. E aproximadamente 75% dos entrevistados afirmam que ela vai continuar além do primeiro trimestre do ano que vem -quando prevêem que o PIB dos Estados Unidos se expandirá em 0,9%.
Para o período de outubro a dezembro deste ano, eles dizem que a economia americana deverá se contrair em 2,6%, o que configuraria a definição mais usual de recessão (dois trimestres consecutivos de contração), já que entre junho e setembro a queda foi de 0,3% na taxa anualizada."

Para quem tem dúvida sobre o que é recessão, estou colocando uma definição:

Recessão é um período em que ocorre um grande declínio na taxa de crescimento econômico de uma determinada região ou país. Resulta na diminuição da produção e do trabalho, dos salários e dos benefícios das empresas. Do ponto de vista dos empresários, recessão significa restringir as importações, produzir menos e aumentar a capacidade ociosa. Para o consumidor, significa restrição de crédito, juros altos e desestímulo para compras. Para o trabalhador, baixos salários e desemprego.

Tecnicamente, para que a economia de um país entre em recessão, são necessários dois trimestres consecutivos de queda no PIB. Se o PIB crescer pouco, pode-se falar até de estagnação econômica, mas não de recessão.

A recessão é menos severa que a depressão, porém é formada por uma redução expressiva das atividades comerciais e industriais.

Bom, a notícia não é boa mas vale a informação.

abraços,

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Agenda da Semana - Fique de olho

Semana terá definição de taxa de juros e dados do PIB

A agenda brasileira estará carregada nesta semana. Além da apresentação do desempenho da economia nacional no segundo trimestre, haverá a reunião do Copom, que definirá como ficam os juros básicos da economia brasileira.
Na cena internacional, amanhã será um dia bastante importante. Isso porque haverá um novo discurso de Ben Bernanke -o presidente do BC dos EUA- e a reunião da Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo).
Como o futuro da economia norte-americana ainda traz muitas incertezas, a fala de Bernanke será acompanhada com interesse pelo mercado. Já a reunião da Opep vem em um momento em que o petróleo se afasta cada vez mais de seu pico -em julho rompeu os US$ 145 por barril-, tendo encerrado os negócios de sexta-feira a US$ 106,23 em Nova York.
No Brasil, a quarta-feira deve ser o dia mais agitado, por concentrar tanto a divulgação do PIB quanto a reunião do Copom, que irá anunciar a nova taxa básica de juros da economia, a Selic, que está hoje em 13%. A maioria dos analistas conta com uma elevação de 0,75 ponto percentual na Selic, mas há quem espere por um resultado diferente.

Para Istvan Kasznar, economista-chefe da Acrefi (Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento), o Copom vai elevar a taxa em 0,50 ponto percentual. "Se, por um lado, a inflação já apresenta sinais claros de arrefecimento, por outro a demanda por bens e serviços na economia ainda está em níveis muito preocupantes", diz o economista.
Segundo a pesquisa Focus, feita pelo BC com cem instituições financeiras, a previsão é de que a taxa Selic esteja em 14,75% no fim de 2008. Ou seja, pela projeção do mercado o ciclo de elevações da taxa Selic ainda está um pouco distante de seu fim.
Como o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) teve desaceleração em agosto, ficando em 0,28%, as apostas em torno da possibilidade de o Copom elevar a Selic em um ponto perderam força.
O principal motivo que levou o Copom a retomar o processo de alta da Selic, em abril, foi o risco representado pelas pressões inflacionárias. Ao subir os juros, o Banco Central busca frear o crédito e o consumo, detendo a escalada dos preços.
"A inflação, que estava tirando o sono de muita gente, voltou a se comportar. Nossa projeção era de 0,30% em agosto. Em 12 meses, a inflação bateu no teto e recuou", aponta a Gradual Corretora.
Para a Bolsa de Valores, quanto menos os juros subirem, melhor.
Taxas maiores representam retornos mais expressivos em aplicações de renda fixa, que podem atrair investidores que estavam aplicando em ações.

Ainda a inflação
O risco de crescimento inflacionário não é um problema apenas para o Brasil.
As maiores economias do mundo sofrem neste momento com a pressão indesejada dos preços.
Na sexta-feira, os Estados Unidos vão divulgar o resultado do PPI (índice de preços ao produtor).
A expectativa é que o indicador aponte alta de 0,2% em agosto, contra 0,7% registrado no mês anterior.
Ainda nesse dia, os Estados Unidos vão apresentar dados referentes às vendas no varejo, o índice de confiança ao consumidor e os estoques das empresas.
Esses números darão sinais sobre o ritmo em que anda a maior economia do planeta.

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Noticia boa, mas atenção!!!

Ola pessoal,

Hoje a bovespa fechou em alta de 2,63%, aos 65.853,34 pontos.
Tudo pelo anuncio da taxa de juros, realizado hoje, conforme post anterior.
Como comentei antes, pra segurar uma pouco a onda, manteram a taxa de 2%. Segundo o Fed, os riscos diminuiram um pouco, a economia continuou a crescer e até repeliram o risco de recessão. Lembrando pessoal, estamos falando da economia norte americana, culpada em grande parte por estas quedas da bolsa.

A dólar caiu a 1,591, menor valor desde 1999.

" Depois desta valorização, a Bovespa deve passar por um pregão de realização na quinta-feira (26/06). A indicação é dada pelo Ibovespa futuro, que opera em forte baixa na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM & F) "

Bom, a questão agora é ficar de olho e acompanhar o resto da semana. Sexta-feira dia 27/06 tem IPO da SLC Agricola. O setor no Brasil vem crescendo, trata-se de uma boa empresa, e se tudo continuar, podemos ter um bom IPO, o que será otimo para os flipers.

bom, é isso aí...
sorte!!!

Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina

  ©Template Blogger Green by Dicas Blogger.

TOPO