terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Previsões e indicações para 2009 - Bovespa

Bom dia pessoal,

Hoje (30/12/2008) é praticamente o último dia do ano, então vamos à algumas previsões para 2009 e algumas indicações de papéis feitas por algumas corretoras.

Previsão de crescimento em pontos:



Indicações de carteiras. Cinco corretoras indicam alguns papéis para 2009:



A petrobrás continua sendo um bom investimento segundo analistas, é indicada por 5 de cada 5 corretoras.

Abraços e Boa Sorte em 2009!!!

Fonte: Uol Economia.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Perdas da bolsa brasileira

Boa tarde,

Lula diz que crise não afetaria o Brasil, que será só uma morolinha, diz que Dilma é honesta, que não sabe da nada, que papai noel existe, que já viu guinomos . . .

Para quem ainda não sabe ou não leu algo a respeito e gostaria de saber o estrago que a crise já fez no Brasil, segue um reportagem sobre este assunto:

"Crise mundial gera perda de R$ 871 bilhões na Bolsa brasileira.

Entre o final de 2007 e o dia 26 de dezembro deste ano, a Bolsa brasileira perdeu R$ 871 bilhões em valor de mercado, segundo cálculo da consultoria Economática divulgado nesta segunda-feira. As 323 empresas de capital aberto valiam cerca de R$ 2,097 trilhões, se considerado o preço das ações em circulação em dezembro do ano passado. Com a crise mundial, essa cifra total caiu para R$ 1,225 trilhão.

A Petrobras foi responsável por boa parte dessa redução: o valor de mercado da gigante estatal reduziu R$ 209 bilhões entre dezembro de 2007 e o mesmo mês de 2008.

A perda representa 41,5% do valor de mercado da Bolsa brasileira ou, na comparação da Economática, corresponderia a duas empresas do porte da Petrobras, considerando seu "preço" no final de 2007. Ou ainda, mais de duas vezes todo o valor de mercado do setor bancário representado na Bovespa (27 instituições).

O setor mais "punido" foi o da construção: o valor de mercado das 29 empresas acompanhadas pela consultoria caiu 72,4% neste ano. Logo atrás, o segundo setor mais afetado foi o de papel e celulose, em que o valor de mercado das empresas encolheu 68,3%.

A maior perda nominal, no entanto, foi registrada para as empresas do setor de petróleo e gás. O valor de mercado reduziu R$ 210 bilhões entre 31 de dezembro de 2007 e 26 de dezembro de 2008. "

Fonte: Folha On Line.

A hora de ter ações para tempos difíceis

Bom dia,

Segue um reportagem com uma retrospectiva rápida sobre papéis que foram "equilibrados" e outros que não foram nada bons.


Contam-se nos dedos as ações que tiveram forças para subir num dos piores anos da história da bolsa. No ano, até sexta-feira, dos 66 papéis que fazem parte do Índice Bovespa, apenas 10 acumulavam alta. Tirando raras exceções de papéis que subiram bem e por motivos específicos, como as ações ordinárias (ON, com direito a voto) do banco Nossa Caixa, com alta de 199,75%, e as ON da Brasil Telecom Participações, subindo 28,82%, o restante desse grupo de 10 ações conseguiu no máximo fugir do campo negativo, o que já foi muito considerando o cenário de caos deste ano. A três dias do fim do ano, analistas e investidores começam a escolher quais as melhores ações para 2009, que também não será lá essas coisas.
Considerando que a economia irá desacelerar mais do que já está, as melhores oportunidades devem ser empresas dos setores de serviços essenciais, que sofrem menos com a queda do Produto Interno Bruto (PIB), ou de companhias com uma situação financeira o mais confortável possível recomenda o sócio da Fides Asset Management, Roque Sut Ribeiro. "Os investidores colocaram todas as ações no mesmo saco e privilegiaram apenas as mais líquidas, agora, passado o pior momento da crise, é hora de escolher as ações que menos devem perder, independentemente do seu nível de liquidez", diz Ribeiro. Um estudo feito por um banco estrangeiro revela que o nível de correlação entre todas as empresas da bolsa é o maior desde o Plano Real, em 1994.
Os setores de serviços, como saúde, educação, telefonia, energia e alimentos, devem sofrer menos que os setores industriais, como os de bens duráveis e semi-duráveis. A explicação disso está no comportamento das pessoas em momentos de economia mais magra. Elas deixam de comprar um carro ou adiam o plano de trocar de TV, em compensação não deixam de comer, de usar energia elétrica, telefone e fazem de tudo para não ter de cortar a assistência médica e os estudos. "As pessoas no máximo reduzem o consumo desse tipo de produto ou serviço", diz Ribeiro.

Ele lembra que em alguns casos, como saúde e educação, há também uma grande demanda reprimida, o que contribui para a continuidade do crescimento desses setores. "À medida que as pessoas migram da classe D para a C, elas passam a consumir produtos que antes não estavam ao seu alcance."
Agora, dentro dos setores, os investidores devem dar prioridade às empresas que possuem caixa líquido (o caixa é superior à dívida total), boa gestão, que dependem pouco de crédito para vender, que possuem pouca dívida, com prazos os mais longos possíveis e com juros baixos. "A situação financeira será algo decisivo em 2009, já que com a crise e a desaceleração econômica as companhias terão cada vez mais dificuldade em captar recursos, mesmo via dívida", afirma o sócio da Fides.
Considerando todos esses aspectos, Ribeiro recomenda as ações da Medial, no setor de saúde, da Estácio, em educação, e da Contax, de call center. Além dos papéis da Log-In, de logística e infra-estrutura, da Equatorial Energia e da Minerva, no segmento de frigoríficos.

Fonte: Jornal Valor Econômico
"A hora de ter ações para tempos bicudos"

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Feliz Natal e 2009

Olá pessoal,

O ano está acabando e gostaria de agradecer a todos que acompanham e apoiam o blog. Não foi um ano fácil para nós, mas espero que aprendamos com as adversidades.
Muitas paz e sucesso. Espero que a crise passe e possamos crescer muito em 2009.




Grande abraço e desejo de ótimos negócios.

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