sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Certificado digital de ações

A bolsa de valores lança facilidades para o acionista, o certificado digital de ações. Acompanhe:

A partir de hoje (30/01/2009) está mais fácil para o acionista provar a posição no capital de uma companhia na hora de exercer o direito de voto nas assembléias. A BM&FBovespa anunciou ontem o início do funcionamento de um sistema eletrônico para se obter o certificado de propriedade de ações. É esse documento que garante o direito de participação nas reuniões e também define com qual quantidade de papéis o investidor votará.
Até então, o investidor precisava ir até o custodiante de suas ações pedir tal documento. A instituição, por sua vez, solicitava para a bolsa essa informação, pois é na Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia (CBLC) que os dados ficam armazenados. O processo exigia, além de deslocamento, uma espera que podia superar 15 dias na temporada anual de assembléia - época em que o serviço é muito demandado.
A iniciativa da BM&FBovespa foi motivada por solicitação feita pela Associação de Investidores no Mercado de Capitais (Amec) , no ano passado, após avaliar a temporada de assembléias gerais de 2008 e verificar espaço para melhorias. Agora, basta que o acionista ou fundo solicite o documento ao custodiante, que pode responder quase imediatamente com uma versão eletrônica do certificado.

Amarilis Sardenberg, diretora executiva das clearings depositárias e de risco da BM&FBovespa, diz que a medida é apenas um primeiro passo. A idéia agora é formar um grupo de trabalho para discutir outras melhorias para facilitar a participação em assembléias.
Na avaliação de Luiz Fernando Figueiredo, presidente da Amec, ao facilitar a atuação será possível elevar a presença dos minoritários nas reuniões e, com isso, ampliar a atividade deles nas companhias.
De acordo com Edson Garcia, superintendente da Amec, o objetivo é que no futuro, com a contínua evolução tecnológica, o investidor não precise levar o certificado à reunião. A própria companhia poderá acessar o sistema e verificar a posição de papéis desse acionista.

Fonte: Valor Econômico

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Dicas de Investimentos para 2009

Boa tarde,

Para quem pretende fazer algum investimento não tão alto com mais segurança em 2009, a Você S/A fez uma matéria sobre onde e como investir entre R$ 500 a R$ 10000 reais.
Veja as informações e escolha a sua, boa sorte!

500 REAIS
Onde investir: Poupança
Por quê: Quem investe na poupança não deixa o dinheiro parado na conta corrente e fica livre da cobrança do Imposto de Renda (IR). O dinheiro pode ser sacado sem perder a rentabilidade. “Se o investidor não usar o dinheiro da poupança em um ano, ele pode transferir uma parte para a renda fixa, onde a rentabilidade é maior”, diz o consultor financeiro Augusto Sabóia, da Sabóia Advisors, de São Paulo.
Rentabilidade: A poupança rende cerca de 0,5% ao mês mais a variação da Taxa Referencial (TR).

1 000 REAIS
Onde investir: Tesouro Direto
Por quê: Esses papéis são usados para financiar a dívida do governo e pagam ao investidor uma taxa de juro. Há vários tipos de títulos — os prefixados, os pós-fixados e os indexados a índices de inflação são os mais comuns. Você só consegue comprar títulos do Tesouro por meio de uma corretora, que cobra taxas que podem chegar a 5%. Há também a cobrança de 0,4% ao ano sobre o valor do título, feita pela Câmara Brasileira de Liquidação e Custódia. “No Tesouro Direto os títulos de longo prazo são vantajosos, mas no curto prazo é necessário que o investidor entenda um pouco mais sobre o que está comprando”, diz o consultor José Taboada Estevez, da Fabiano Calil Consultoria, de São Paulo. O Tesouro Direto vende pela internet www.tesourodireto.gov.br
Rentabilidade: Um título Nota do Tesouro Nacional série B (NTN-B) com vencimento em 2013 vai garantir ao investidor juros de 9% ao ano mais a variação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o índice oficial da inflação.

2 500 REAIS
Onde investir: Certificado de Depósito Bancário (CDB) pós-fixado e fundos DI
Por quê: As taxas de juro dos CDBs subiram bastante desde o começo da crise financeira internacional e se tornaram uma boa alternativa de investimento. Já os tradicionais fundos DI seguem a variação da taxa básica de juros da economia, a Selic, que está em 13,75% ao ano, e continuam um porto seguro para os investidores tradicionais. “Esses investimentos são boas opções para quem não quer volatilidade e tem baixa tolerância a risco”, diz Eduardo Jucervic, superintendente de investimentos do Banco Real, em São Paulo.
Rentabilidade: Variam de banco para banco. Em média, os CDBs pós-fixados ficam em 1,07% ao mês. E os ganhos dos fundos DI ficam em 1,04% ao mês.

5 000 REAIS
Onde investir: Previdência privada
Por quê: Você pode escolher entre os planos Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) e VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre). O que vai definir a sua escolha é o sistema de tributação. No PGBL você pode abater até 12% das contribuições anuais no Imposto de Renda. Quem tem 40 anos vai precisar fazer mensalmente depósitos de 1 500 reais para chegar aos 65 anos com uma aposentadoria mensal de 15 000 reais.“O indicado é conversar com o gerente do banco para saber qual o valor ideal que você deve investir para realizar seus sonhos no futuro”, diz José Roberto Ferreira Savóia, professor de fi nanças da Faculdade de Economia e Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo.
Rentabilidade: Planos de previdência arrojados, que investem em ações, podem ter rendimento mensal de 2,5%. Já as aplicações mais conservadoras podem render até 1,20% ao mês.

10 000 REAIS
Onde investir: Ações
Por quê: A crise financeira derrubou o preço das ações da maior parte das companhias. A pechincha pode ser uma boa hora para os investidores que têm sangue frio. Os especialistas financeiros dão algumas dicas. A primeira é investir em ações de empresas que pagam bons dividendos. Bons exemplos são as companhias dos setores de energia elétrica, que têm receita certa com as tarifas, e também nos papéis dos bancos. Outra dica é sempre diversificar as aplicações e investir em ações de companhias consideradas sólidas, como Vale e Petrobras.
Rentabilidade: Com a volatilidade do mercado financeiro, o preço das ações pode variar muito de um dia para o outro. “Neste momento, não há como prever um cenário de rentabilidade para as ações”, diz Augusto.

Fonte: Você S/A

Obama reacende esperança

Mais de uma semana após sua posse, o novo presidente dos EUA, Barack Obama, continua mostrando que não foram em vão as esperanças que pessoas do mundo inteiro depositaram em seu mandato. Ontem, a expectativa de que um novo pacote de resgate ao sistema bancário esteja prestes a sair do forno animou muito os mercados. O Índice Bovespa chegou a subir mais de 4% e fechou em alta de 3,95%, aos 40.227 pontos. É a primeira vez desde o dia 9 que o índice fecha acima dos 40 mil pontos.
Mesmo ainda sendo muito cedo para cantar vitória, a sensação que se tem é de que o mercado caminha vagarosamente para uma recuperação. O pano de fundo é a idéia de que o novo governo americano está com todo gás possível para debelar a profunda crise em que o mundo se encontra. Os primeiros sinais também são de que as medidas da nova equipe parecem bem mais coerentes do que as do governo de George Bush. "Os ativos já colocaram nos preços a desaceleração global; a partir de agora, há muito mais chances de refletirem toda a 'mão na massa' que o presidente Obama está mostrando", diz o economista-chefe da corretora Ágora, Álvaro Bandeira.
Ele faz a ressalva, no entanto, de que esta ainda não é uma flagrante tendência de alta, já que a economia continua bastante fragilizada. "O mais provável é que a bolsa fique estagnada, com um leve tom de recuperação." Dessa forma, os preços irão aos poucos galgando níveis mais altos, mas sem nenhuma mudança drástica, até porque não há clima para isso.
"O mercado está dando sinais de que pode estar voltando para um cenário de mais racionalidade, em que há uma separação entre as ações boas e as más", diz o sócio da Leblon Equities Pedro Rudge. Desde que a crise se agravou, em meados do segundo semestre de 2008, todos os ativos foram postos num mesmo saco, não importando seus fundamentos específicos.

Uma nova explicação para a Petrobras
As ações da Petrobras continuam firmes, à despeito de todos os comentários negativos sobre seu enorme plano de investimentos para os próximos anos. Ontem, as ordinárias (ON, com voto) subiram 7,40%. Em meio a tantas dúvidas, surge nova explicação para o fato de as ações não caírem. O plano de investimento ambicioso seria uma forma de o governo, por meio da companhia, sinalizar neste momento delicado que confia na rápida recuperação da economia. Após cumprir a missão de acalmar o psicológico dos investidores, a direção da companhia teria plena autonomia para colocar em prática apenas o que julga importante dentro do megaplano. "O mercado entendeu a estratégia e se acalmou", diz um analista.
As ações de construtoras lideraram as altas de ontem do Ibovespa. As ON da Gafisa subiram 13,51% e as ON da Cyrela, 10,78%. O banco Goldman Sachs divulgou relatório com perspectivas otimistas para o setor no Brasil.

Fonte: Jornal Valor Econômico

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Petrobrás, boas notícias

As ações da empresa subiram após anuncios de investimentos.

O plano estratégico da Petrobras prevendo investimentos de US$ 174,4 bilhões até 2013 foi recebido com espanto por analistas do mercado financeiro. Os valores foram mais audaciosos do que as expectativas mais otimistas. Contrariando a maioria das previsões, as ações ordinárias (ON, com direito a voto) da empresa subiram 0,89%, para R$ 23,80, enquanto as preferenciais (PN, sem voto) tiveram alta de 1,24%, cotadas a R$ 28,59.
Uma das mais críticas, Paula Korvasky, do Itaú, avalia que o plano estratégico é "um exercício acadêmico" que poderá ser mudado dependendo do cenário até o fim do ano. Já o Goldman Sachs admitiu uma certa dúvida sobre a reação do mercado ontem. Os analistas, no entanto, afirmam que o plano pode tornar a Petrobras a companhia "mais bem posicionada entre as maiores produtores de petróleo do mundo para o próximo ciclo de alta de preços".

Além dos investimentos a empresa anuncia mais descobertas.

A Petrobras parece estar num ritmo ótimo de descobertas, onde após enviar comunicado à ANP (Agência Nacional do Petróleo) no dia 16 de janeiro deste ano a respeito de uma descoberta de indícios de hidrocarbonetos no bloco POT-T-520, localizado na bacia de Potiguar, enviou outro comunicado em 23 de janeiro sobre novos indícios de gás e hidrocarbonetos em terra no bloco SEAL-T-412, situado no estado de Sergipe, e agora, notifica os mercados mais uma vez sobre uma descoberta de grande importância, segundo a empresa, de gás na Bacia de Santos. A Petrobras realizará estudos (em consórcio formado com a Repsol) para viabilização comercial da jazida.

Fonte: ADVFN / Jornal Valor Econômico

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