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domingo, 13 de dezembro de 2009

Saiba mais - Mentiras sobre a Bolsa de Valores

Abaixo 5 coisas simples que impediam de investir na bolsa de valores, acompanhem:

1. Não tenho dinheiro suficiente: esperar juntar uma certa quantidade de dinheiro antes de começar vai atrasá-lo. Você pode começar a investir com qualquer valor.

2. A bolsa de valores é muito complicada: ainda que você não queira ser um especialista no assunto, as corretoras têm interesse em orientá-lo no investimento que melhor se adequa a seu perfil.

3. A bolsa de valores é um jogo de azar: se você não sabe o que está fazendo, até atravessar a rua é arriscado. A bolsa têm seus riscos, mas se você souber onde está se metendo e tiver uma certa prudência, as chances de ter lucros maiores do que na renda fixa são bem grandes.

4. O preço das ações é imprevisível: isso não é verdade. Embora não haja um sistema com cem por cento de certeza sobre o movimento dos preços das ações, existem métodos que podem prever as altas e as baixas dos papéis com precisão suficiente para tornar seu investimento mais seguro.

5. É difícil começar a investir na bolsa: começar qualquer coisa é difícil. É a lei da inércia. Mas começar a investir na bolsa, em si, é fácil. Mais fácil até do que abrir uma conta corrente comum em um banco.

Abraços e Sorte

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Ofertas públicas 2009 - IMC International Meal Company Holdings S.A.



O Banco Itaú BBA S.A. (Coordenador Líder), o Banco de Investimentos Credit Suisse (Brasil) S.A., o Banco Santander (Brasil) S.A., o Banco Bradesco BBI S.A. e o Banco Votorantim S.A. (Coordenadores) coordenarão a distribuição pública primária e secundária de ações ordinárias de emissão de International Meal Company Holdings S.A. (Companhia).

A International Meal Company Holdings, S.A. (IMC) é a maior rede de concessões no setor de varejo de alimentação e de restaurantes casual dining no Brasil, com importantes operações também em outros países da América Latina e do Caribe.

A companhia terá o código de negociação na BM&FBOVESPA a sigla: “IMCH3”. No contexto da Oferta, estima-se que o Preço por Ação estará situado entre R$14,00 e R$17,00, podendo, no entanto, ser fixado fora dessa faixa indicativa.

Serão ofertadas 57.142.857 Ações Ordinárias num valor total de R$885.714.283,50. Poderá ser acrescida em até 15%, ou seja, até 8.571.428 ações ordinárias de emissão da Companhia, nas mesmas condições e preço das Ações inicialmente ofertadas (“Ações do Lote Suplementar”).

Cronograma:



Abraços e sorte

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Oferta Pública 2009 - Fleury S.A.

Olá,


O Banco Bradesco BBI S.A. (Coordenador Líder), o Banco Morgan Stanley S.A. e o Banco J.P. Morgan S.A. (Coordenadores da Oferta) coordenarão a distribuição pública primária de ações ordinárias, de emissão da Fleury S.A. (Companhia).
Está sendo realizado uma oferta pública de distribuição primária de 34.251.800 ações ordinárias, nominativas, escriturais e sem valor nominal, de emissão da
Companhia

Fleury é uma das mais respeitadas empresas de medicina e saúde do País, com 82 anos de existência, reconhecido pela comunidade médica e opinião pública como excelência em qualidade, inovação e serviços ao cliente.

O papel será utilizado o código FLRY3 na bovespa. No contexto desta oferta, estima-se que o preço por ação estará situado entre R$15,00 e R$17,00.

Cronograma:



Leiam o prospecto antes de tomar a decisão, clique aqui!!!

abraços e sorte!

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Oferta Pública 2009 - Anhanguera

Olá,



O Banco Itaú BBA S.A. (Coodernador Líder), o Banco Merrill Lynch de Investimentos S.A., o Banco Santander (Brasil) S.A. (Coordenadores da Oferta) coordenarão a distribuição pública secundária de Certificados de Depósito de Ações Units de emissão da Anhanguera Educacional Participações S.A. (Companhia).

Cronograma:



Leiam o aviso ao mercado, clique aqui:

abraços e sorte"

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Oferta Pública BNDES PARTICIPAÇÕES S.A. - BNDESPAR

Olá,



O BB – Banco de Investimento S.A. (Coordenador Líder), o Banco Bradesco BBI S.A. e a Caixa Econômica Federal (Coordenadores) coordenarão a distribuição pública da quarta emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações da BNDES Participações S.A. – BNDESPAR (Emissora).

Valor Total da Emissão: O valor da Emissão, na Data de Emissão (conforme definido abaixo), é de R$1.000.000.000,00, sem considerar as Debêntures Suplementares e as Debêntures Adicionais.



Leiam o prospecto preliminar, clique aqui!

PS: Não é uma oferta pública de ações e sim de debêntures.

abraços e sorte!!!

Oferta Pública EDP Energias do Brasil S.A

Olá,



O Banco Bradesco BBI S.A. e a Citigroup Global Markets Brasil, Corretora de Câmbio, Títulos e Valores Mobiliários S.A. (Coordenadores) coordenarão a distribuição pública secundária de ações ordinárias de emissão da EDP – Energias do Brasil S.A. (Companhia).

Cronograma da Oferta:

* 19/11 - Início do Período de Reserva
* 23/11 - Encerramento do Período de Reserva
* 24/11 - Encerramento do Procedimento de Bookbuilding
* 26/11 - Início de Negociação na BM&FBOVESPA
* 30/11 - Data de Liquidação

Leia o prospecto, clique aqui!

Abraços e Sorte!!!

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

"Saiba Mais" - Termos usados na Crise Financeira

Ola pessoal,

Como alguns já sabem e acompanham, temos aqui no blog a seção "Saiba Mais" que visa auxiliar o investidor, estudante, curioso etc, a entender mais sobre o Mercado Financeiro e de Capitais. São termos, jargões, informações sobre corretoras e outros.

Uma matéria interessante feita pelo portal G1, listou alguns termos que estão aparecendo nas notícias sobre a crise, muitas definições vocês ja viram aqui no blog, algumas ainda não, então vamos aproveitar e atualizar!

Alavancagem
Uso de recursos ou ativos de terceiros para aplicação no mercado financeiro. Em uma operação com alavancagem, o fundo ou banco investe usando recursos "emprestados", superiores ao seu próprio patrimônio. A alavancagem é calculada dividindo-se a dívida pelo patrimônio.

Ativos
Bens, direitos, créditos e valores pertencentes a uma empresa ou pessoa.

Bailout
Socorro financeiro, em geral dado por governos, a empresas em dificuldades. Significa, em tradução literal, "fiança" (e pronuncia-se "beilaut").

Banco comercial
Instituição financeira que recebe depósitos à vista em conta bancária e oferece financiamento a pessoas físicas e empresas.

Banco de investimento
Banco voltado para a administração de recursos de terceiros. É especializado em operações de participação acionária e financiamentos para empresas. Também administra carteiras e fundos de investimentos, assessora negócios e realiza lançamentos de ações de empresas.

Bolha
Uma bolha é uma alta exagerada na cotação de um ativo ou produto, sem fundamentos para isso. Em geral, é provocada pela especulação do mercado e pode "estourar" a qualquer momento, derrubando os preços. No caso atual, a bolha imobiliária foi provocada pela expansão desenfreada do crédito.

Capítulo 11
Artigo da Lei de Falências americana que permite a uma empresa com dificuldades financeiras pedir concordata e continuar funcionando normalmente, dando-lhe um tempo para chegar a um acordo com seus credores. A proteção do Capítulo 11 pode ser requerida seja pela empresa em dificuldades, seja por um de seus credores. Este procedimento significa uma vontade de reestruturação da companhia, sob o controle de um tribunal.

Circuit breaker
É um mecanismo de controle da variação dos índices das bolsas. Quando as cotações superam limites estabelecidos de alta ou de baixa, as negociações são interrompidas, para evitar movimentos muito bruscos. Na Bovespa, o "circuit breaker" (pronuncia-se "circuit breiquer") é disparado quando a baixa do Ibovespa atinge os 10%. Os negócios são então paralisados por trinta minutos e retomados em seguida. Depois da retomada do pregão, se a queda persistir, os negócios são novamente interrompidos quando a baixa chega a 15%. Desta vez, a paralisação é de uma hora.

Derivativo
Ativo cujo valor e características de negociação derivam de outro ativo que serve de referência. Bancos e financiadoras criaram derivativos "empacotando" os créditos que tinham a receber dos tomadores dos empréstimos imobiliários, que foram revendidos a investidores em todo o mundo.

FDIC
A Federal Deposit Insurance Corporation é a agência federal dos Estados Unidos que garante os depósitos bancários, supervisiona instituições financeiras e ajuda bancos em processo de falência. A instituição garante depósitos de até US$ 100 mil feitos em bancos do país. O governo norte-americano agora quer aumentar o valor dessa garantia.

Fed
O Federal Reserve System é o banco central dos Estados Unidos. É responsável por formular e executar a política monetária do país e por regulamentar o funcionamento dos bancos. É o Fed que determina a taxa básica de juros da economia dos EUA.

Foreclosure
É a execução da hipoteca, que ocorre quando o cliente não paga o empréstimo tomado para compra do imóvel. A propriedade é retomada pelo banco e o mutuário é despejado. (A pronúncia é "fórcloujur")

Hedge fund
Apesar do nome (hedge, em inglês, significa salvaguarda e pronuncia-se "rédige"), são fundos de investimento operados com agressividade, de alto risco. Nos Estados Unidos, os hedge funds não têm qualquer limitação na seleção dos ativos.

Hipoteca
Empréstimo feito dando o imóvel como garantia. A propriedade só é transferida ao tomador do empréstimo quando ele é quitado.

Injeção de recursos
Empréstimos de curto prazo colocados à disposição dos bancos pelos bancos centrais. O objetivo é dar condições para que as instituições cumpram com suas obrigações financeiras.

Liquidez
É a capacidade de converter um investimento em dinheiro. Quando mais fácil for a "troca", mais líquido é o investimento.

Mutuário
É o tomador do empréstimo.

Recessão
É a redução da atividade econômica de um país. Os economistas consideram uma economia em recessão quando há queda do Produto Interno Bruto (PIB) por dois trimestres consecutivos.

Securitização

É uma operação de crédito da qual títulos fazem parte da garantia de pagamento. Nesse tipo de operação, empréstimos e outros ativos são convertidos em títulos que podem ser vendidos a investidores. Isto é, o investidor compra um título garantido pelo recebimento da dívida do tomador de empréstimo.

Subprime
Em bom português, "de segunda". Enquanto as hipotecas prime foram concedidas aos bons pagadores, as subprime foram parar nas mãos de clientes de alto risco – aqueles com grandes chances de não efetuar os pagamentos e que nos Estados Unidos ficaram conhecidos como "ninja" (sigla em inglês para "sem renda, sem trabalho, sem bens").

Títulos podres
Títulos não pagos pelos tomadores dos empréstimos. Estão na base da crise atual: 4 milhões de americanos que haviam financiado seus imóveis deram 'calote' na dívida; quem tinha esses créditos ficou com o prejuízo, que se espalhou pelos mercados.

Venda a descoberto
É uma espécie de "aluguel" de ações. Quando apostam na queda de uma ação, os investidores podem alugar o papel de um outro aplicador e vendê-lo no mercado, com a expectativa de poder recomprá-lo no futuro a um preço menor, devolvendo a ação alugada e embolsando a diferença.

Fonte: Portal G1

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Oferta Pública "Direcional Engenharia"

Oferta Pública de Distribuição de Ações da Direcional Engenharia S.A.



A partir de hoje (11/11/2009) começa o periodo de reserva da oferta publica da Direcional Engenharia.
O Banco Santander (Brasil) S.A. (“Coordenador Líder”) e o Banco Itaú BBA S.A. (“Coordenadores da Oferta”) coordenarão a distribuição pública primária de ações ordinárias de emissão da Direcional Engenharia S.A. (“Companhia”).

Cronograma da Oferta:

* 11/11 - Início do Período de Reserva
* 16/11 - Encerramento do Período de Reserva
* 17/11 - Encerramento do Procedimento de Bookbuilding
* 19/11 - Início de Negociação na BM&FBOVESPA
* 23/11 - Data de Liquidação

No contexto desta Oferta, estima-se que o Preço por Ação estará situado entre R$10,00 e R$11,00, ressalvado, no entanto, que o Preço por Ação poderá ser fixado fora dessa faixa indicativa.
A empresa atuará na bovespa sob o código DIRR3.

Leiam o prospecto preliminar antes de tomar a decisão. Clique aqui!

Abraços e Sorte

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Oferta Pública Brookfield - BISA3


A partir desta quarta feira, dia 14, inicia-se o período de reservas da oferta pública da distribuição primária e secundária de ações ordinárias de emissão da Brookfield incorporações S.A.

Os Acionistas Vendedores, e ainda, BANCOITAÚBBAS.A. (“Itaú BBA” ou “Coordenador Líder”), o BANCO DE INVESTIMENTOS CREDIT SUISSE (BRASIL) S.A. (“Credit Suisse”), (ix) o BANCO BTG PACTUAL S.A. (“BTGPactual”) e o BANCO BRADESCO BBI S.A. (“Bradesco BBI” e, emconjunto como Coordenador Líder, o Credit Suisse e o BTG Pactual, “Coordenadores da Oferta”) comunicam que foi protocolizado na ANBID, em 14 de setembro de 2009, o pedido de análise prévia da distribuição pública primária de ações ordinárias, nominativas, escriturais e sem valor nominal, livres e desembaraçadas de quaisquer ônus ou gravames, a serem emitidas pela Companhia (“Ações da Oferta Primária” e “Oferta Primária”, respectivamente).

A quantidade total de Ações inicialmente ofertada poderá ser acrescida de um
lote suplementar de até 12.750.000 (doze milhões, setecentas e cinquenta mil) Ações de emissão da Companhia, equivalente a até 15%(quinze por cento) das Ações inicialmente ofertadas (“Ações Suplementares”), conforme opção a ser outorgada pela Companhia ao Coordenador Líder (“Opção de Ações Suplementares”). A Opção de Ações
Suplementares poderá ser exercida exclusivamente pelo Coordenador Líder, total ou parcialmente, em uma ou mais vezes, após notificação aos demais Coordenadores da Oferta.


Cronograma da Oferta:


* 14/10 - Início do Período de Reserva
* 19/10 - Encerramento do Período de Reserva
* 20/10 - Encerramento do Procedimento de Bookbuilding
* 22/10 - Início de Negociação na BM&FBOVESPA
* 26/10 - Data de Liquidação

Fiquem atentos. Acesse o Prospecto Preliminar aqui!!

ATENÇÃO: O preço do papel saiu a R$ 6,80.

Abraços e Sorte!!!

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Ofertas Públicas de 2009 já superam 2008

Olá pessoal,

O G1 fez uma matéria interessante sobre os lançamentos de acões de 2009 e gostaria de compartilhar com vocês. Segue abaixo:

"Os lançamentos de ações no Brasil, feitos por companhias que estreiam na bolsa ou por empresas já listadas, devem arrecadar cerca de R$ 43 bilhões até o fim do ano, segundo cálculos de mercado. No acumulado do ano até a última sexta-feira (16), 14 companhias já tinham oferecido novos papéis na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), totalizando R$ 36,8 bilhões.

O valor já apurado em 2009 é mais alto do que o do ano passado, quando a captação somou R$ 34,2 bilhões em 12 operações, mas está abaixo da movimentação de R$ 70 bilhões em 2007, quando houve recorde de ofertas na bolsa, com 64 empresas participantes.

“Não é o ambiente de 2007. Mas, de qualquer forma, o ano [de 2009] foi supreendente. Esperava-se retomada, mas não tão rápido”, disse Ricardo Almeida, professor da Fundação Instituto de Administração (FIA), entidade coordenada por professores da USP.

Segundo ele, era esperado que as empresas apostassem em debêntures (emissões de papéis de dívidas) para captar recursos antes de ir para o mercado de ações – mais arriscado, sobretudo em ambiente pós-crise.

“O volume de lançamentos de ações neste ano, mesmo que também de secundárias, mostra que há confiança por parte das empresas e acionistas em operações bem sucedidas”, avalia também o sócio da M2 Investimentos, Marco Gazel.


Em 2009, a empresa de cartões Visanet, a operação brasileira do Banco Santander e a companhia de serviços de tecnologia Tivit estrearam na Bovespa. O restante das operações foi feita por empresas já listadas na Bovespa, como as companhias do setor de construção civil Rossi Residencial, Multiplan e MRV.

OBS: A Marfrig protelou o lançamento. Clique aqui para acessar o link do IPO

Até o fim do ano, pelo menos mais oito empresas devem ir ao mercado financeiro captar recursos. Seis dessas companhias marcaram data para o início das negociações, segundo a Comissão de Valores Mobiliários (CVM). São elas: Cetip (do setor de ativos e derivativos), Grupo Marfrig (frigoríficos e alimentação), Iguatemi (shopping centers), Brookfield Incorporações (mercado imobiliário); Cyrela (construção civil) e Companhia de Concessões Rodoviárias (administração de rodovias).

Os pedidos da Aliansce Shopping Centers e da Direcional Engenharia também estão em avaliação na CVM embora detalhes sobre prazos de definição de preços e início das negociações ainda não estejam disponíveis. Essas duas companhias, assim como a Cetip, também vão estrear na bolsa.

As companhias podem fazer ofertas de ações primárias ou secundárias. No caso de oferta primária, o dinheiro levantado vai para o caixa da empresa e, na secundária, vai para o bolso dos acionistas que estão vendendo o papel. Para investir em uma nova oferta de ações, o valor mínimo é de R$ 3 mil.

Na matéria ainda há um slide explicando sobre como investir em ações, clique aqui e acesse.

abraços e sorte!

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Oferta Pública Iguatemi - IGTA3


A partir de quinta-feira (15/10/2009), dia 15, inicia-se o período de reservas da oferta pública da distribuição primária e secundária de ações ordinárias de emissão da Iguatemi Empresa de Shopping Centers S.A.

O Banco Itaú BBA S.A. (Coordenador Líder), o Banco Merrill Lynch de Investimentos S.A., o Banco Santander (Brasil) S.A. e o Citigroup Global Markets Brasil, Corretora de Câmbio, Títulos e Valores Mobiliários S.A. (Coordenadores) coordenarão a distribuição pública primária.
A quantidade total das Ações inicialmente ofertadas (sem considerar as Ações Adicionais (conforme definido abaixo))
poderá ser acrescida em até 15%, ou seja, até 2.040.000 ações ordinárias de emissão da Companhia

Como parte desta oferta primária, será oferecido ao mercado o seguinte ativo: IGTA3 - Iguatemi Empresa de Shopping Centers S.A. ON

Cronograma da Oferta:


* 15/10 - Início do Período de Reserva
* 21/10 - Encerramento do Período de Reserva
* 22/10 - Encerramento do Procedimento de Bookbuilding
* 26/10 - Início de Negociação na BM&FBOVESPA
* 28/10 - Data de Liquidação

Clique aqui para ler o Prospecto Preliminar.

Abraços e sorte!!!

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Oferta Pública Cyrela


Cyrela deve lançar 43 milhões de ações e pode captar R$ 950 milhões

A incorporadora Cyrela anunciou nesta terça-feira que deve lançar 43 milhões de ações ordinárias no mercado, numa operação que pode bater a casa dos $$ 950 milhões (considerando os preços do fechamento passado). De acordo com a demanda, a empresa pode lançar outras 6,45 milhões de ações como lote suplementar. Às 11h30, a ação ordinária era negociada por R$ 25,60, em alta de 2,97%, na sessão de hoje da Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo).

O prazo para os pedidos de reserva das ações começa no próximo dia 22, com término no dia 26. No caso de oferta de varejo, os pedidos de reserva devem ser de no mínimo R$ 3.000 e no máximo, de R$ 300 mil.

A Cyrela prevê utilizar os recursos para aquisição de terrenos para os empreendimentos dos segmentos econômicos até projetos de alto padrão (70% da captação total) e o restante, para capital de giro.

Maior incorporadora do país, a Cyrela apurou lucro líquido de R$ 157 milhões no segundo trimestre deste ano, um crescimento de 67% o resultado para o mesmo período de 2008.

Abraços e sorte,

Fonte: Folha Online

Oferta Pública Cetip


O intervalo de preço por ação sugerido pela Cetip (Balcão Organizado de Ativos e Derivativos) em sua oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) de ações vai de R$ 13 a R$ 17, conforme aviso ao mercado com data desta terça-feira.

A Cetip realizará uma oferta pública secundária de 58.954.818 ações ordinárias inicialmente, que podem ser acrescidas de até 8.843.108 papéis do lote suplementar. Considerando-se a venda dos dois lotes, prioritário e suplementar, e os preços mínimo e máximo da faixa sugerida, a oferta da Cetip poderá ficar entre R$ 881,4 milhões e R$ 1,15 bilhão.

Conforme o aviso, o período de reseva de ações da oferta tem início em 20 de outubro e se encerra em 23 de outubro. O preço por ação será fixado em 26 de outubro e os papéis tem estreia marcada na Bovespa no dia 28.

O coordenador líder da oferta é o Banco Itaú BBA e participam da operação BTG Pactual, Bradesco BBI, Santander e Credit Suisse.

É isso aí, sorte para quem reservar!!!

Oferta Pública CCR


O Banco Itaú BBA S.A. (Coordenador Líder), o Banco BTG Pactual S.A. e o Banco Merrill Lynch de Investimentos S.A. (Coordenadores) coordenarão a distribuição pública primária de ações ordinárias de emissão da Companhia de Concessões Rodoviárias (Companhia).

A CCR Rodovias protocolou no dia 18/09/2009 junto a Associação Nacional dos Bancos de Investimento (ANBID) o pedido de registro de oferta pública de distribuição primária de ações ordinárias de emissão da empresa, estimada em cerca de R$1,0 bilhão. Segundo o informe, o efetivo valor da oferta poderá sofrer alterações e deverá ser fixado de acordo com as condições de mercado a época da precificação.

As ações serão ofertadas no Brasil, com esforços de colocação no exterior, nos Estados Unidos da América, para investidores institucionais qualificados.

Cronograma da Oferta:

* 13/10 - Início do Período de Reserva
* 20/10 - Encerramento do Período de Reserva
* 21/10 - Encerramento do Procedimento de Bookbuilding
* 23/10 - Início de Negociação na BM&FBOVESPA
* 27/10 - Data de Liquidação

Bom, caso queiram veja o Prospect Preliminar aqui!!!

Abraços e sorte!

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Oferta Pública Gol Linhas Aéreas

Olá,

Seguindo o embalo do Santander, Rossi, PDG Realty e outros lançamentos ocorridos este mês, a Gol Linhas Aéreas abre hoje o período de reserva para sua oferta pública.



O Banco Merrill Lynch de Investimentos, o Banco Itaú BBA (Coordenador Líder), o Banco Morgan Stanley, o Banco Bradesco BBI e o BB Banco de Investimento (em conjunto, os “Coordenadores da Oferta Brasileira”) coordenarão a distribuição pública primária de ações ordinárias e preferenciais e distribuição pública secundária de ações preferenciais de emissão da Gol Linhas Aéreas Inteligentes S.A.

Serão oferecidas na distribuição pública primária de 17.275.000 (dezessete milhões, duzentas e setenta e cinco mil) novas ações ordinárias (“Ações Ordinárias”) e de 17.275.000 (dezessete milhões e duzentas e setenta e cinco mil) novas ações preferenciais (“Ações Preferenciais da Oferta Primária”), todas nominativas, escriturais, sem valor nominal, livres e desembaraçadas de quaisquer ônus ou gravames, a serem emitidas pela Companhia.

Cronograma da Oferta:

* 30/09 - Início do Período de Reserva da Oferta Prioritária
* 01/10 - Encerramento do Período de Reserva da Oferta Prioritária
* 02/10 – Início do Período de Reserva da Oferta do Varejo
* 07/10 - Encerramento do Período de Reserva da Oferta do Varejo
* 08/10 - Encerramento do Procedimento de Bookbuilding
* 13/10 - Início do prazo de negociação das Ações da Oferta Brasileira
* 15/10 - Data de Liquidação

Bom, é isso aí e boa sorte aos que participarem.

Abraços e sorte!

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Oferta pública - PDG Realty

Olá pessoal,

Começa hoje o período de reservas da PDG Realty.


A PDG Realty divulgou sua oferta de ações. Trata-se de uma oferta primária que, exclusivamente na hipótese de exercício do lote suplementar e/ou do adicional, poderá ser acrescida de uma oferta secundária de ações.

O lote principal será composto por 56 milhões de novas ações ordinárias, que ao preço do fechamento de hoje (R$ 13,80) totalizaria R$ 772,80 milhões. O montante poderá ser acrescido de até 8,4 milhões de ações no lote suplementar e até 11,2 milhões de ações no lote adicional. Caso o adicional e o suplementar também sejam exercidos, a oferta atingiria R$ 1,043 bilhão aos preços de hoje.

No caso de exercício do lote suplementar e/ou do adicional, a oferta poderá ser acrescida em até 19,6 milhões de ações de titularidade do UBS Pactual Desenvolvimento e Gestão I - Fundo de Investimento em Participações. Dessa forma, a oferta secundária, aos preços de hoje, atingiria R$ 270,5 milhões.

Entre 10% e 10,2% das ações do lote principal serão ofertadas a investidores não qualificados, que poderão fazer a reserva entre 28 e 30 de setembro. Os investidores não qualificados poderão investir entre R$ 3 mil e R$ 300 mil.

O processo de formação do preço (bookbuilding) tem início em 21 de setembro e se encerra no dia 1º de outubro, com a fixação do preço por ação. As ações objeto da oferta serão admitidas a negociação no Novo Mercado da Bovespa em 5 de outubro.

O coordenador-líder é o banco BTG Pactual, ao lado de Itaú BBA, Goldman Sachs e BofA Merrill Lynch. Os coordenadores contratados são o Banco Safra, o banco Votorantim e o Banco Modal.

IPO Rossi - Reservas começam hoje (28/09/09)



Os investidores interessados em participar da oferta primária da Rossi Residencial (RSID3) devem ficar atentos aos calendário. O período de reservas dos papéis da empresa no âmbito da oferta de varejo começa nesta segunda-feira (28) e termina na quarta.

Na operação, a empresa distribuirá inicialmente 55 milhões de ações ordinárias, destinadas a investidores pessoa física e jurídica e clubes de investimentos no Brasil, sendo que também serão realizados esforços de venda das ações no exterior.

O coordenador líder da oferta será o Credit Suisse, sendo que os bancos Bradesco BBI e Santander também atuarão como coordenadores contratados. Cabe lembrar que a oferta inicial poderá ser acrescida de até 8,250 milhões de ações correspondentes ao lote suplementar; porém, a empresa não reserva a opção de lote adicional.

Preço por ação
A fixação do preço será feita após a efetivação dos pedidos de reservas e a conclusão do procedimento de bookbuilding. Considerando a cotação de fechamento dos papéis no último pregão, de R$ 14,59, a operação deve movimentar, no mínimo, R$ 802,45 milhões. Caso a opção de lote suplementar seja exercida, a captação poderá atingir R$ 922,82 milhões.

Serão oferecidas na distribuição pública primária 55.000.000 ações ordinárias, e a Opção de Lote Suplementar de até 8.250.000 ações ordinárias.
Intervalo de investimento na Oferta de Varejo será R$ 3.000,00 - R$ 300.000,00.
Para o investimento na Oferta Institucional não há intervalo mínimo ou máximo.

*Até 15% da quantidade de ações inicialmente ofertada, em distribuição primária

Critérios de rateio
Caso a totalidade de pedidos de reserva de ações realizados por investidores de varejo ultrapasse o montante de papéis destinado a este grupo (mínimo de 10% e máximo de 15% dos papéis inicialmente ofertados), o critério de rateio será a divisão igualitária e sucessiva das ações até o limite de R$ 5 mil.

Uma vez atendido o primeiro critério, as ações destinadas aos investidores não-institucionais remanescentes serão rateadas proporcionalmente para os investidores de varejo ao valor dos respectivos pedidos de reserva não atendidos.

De acordo com o prospecto, "a critério dos coordenadores e da companhia, a quantidade de ações destinadas a investidores não institucionais poderá ser aumentada para que os pedidos excedentes dos possam ser total ou parcialmente atendidos".

Cronograma:



Abraços e sorte,

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Marfrig protocola oferta pública de ações


A produtora de carnes Marfrig anunciou nesta quinta-feira (24) ter protocolado junto à Anbid (Associação Nacional de Bancos de Investimento) pedido para a realização de uma oferta de ações ordinárias.

Segundo a empresa, "a realização da oferta estará sujeita às condições favoráveis do mercado de capitais nacional". Caso a atual situação seja mantida, a empresa limitou-se a afirmar que as informações da oferta serão publicadas oportunamente, sem fornecer maiores detalhes.

Consolidação e captação
A operação chega em meio à retomada das ofertas de ações no mercado doméstico, após o lapso provocado pela emergência da crise internacional em meados de 2008.

Ao mesmo tempo, a empresa tem participado ativamente no processo de consolidação entre os produtores de proteína animal, tendo recentemente incorporado a Seara por US$ 900 milhões, cujo financiamento deverá ser em parte realizado por meio da oferta de ações anunciada.

Informação abaixo atualizada em 18/10!

Cronograma:

Prazo de Reserva: 23/10 a 27/10
Fixação do Preço: 28/10
Inicio das negociações: 04/11
Tipo operação: Primária

Fonte: Infomoney / G1

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Evite erros ao investir - Saiba Mais!

Conheça 10 falhas que os investidores cometem com frequência na hora de escolher um fundo de investimento e saiba como evitá-las.

Quando você se prepara para investir ou redefinir as suas aplicações financeiras, deve prestar muita atenção em algumas orientações para não cometer erros básicos nas suas escolhas. Vale destacar que as regras gerais são as mesmas para qualquer cenário econômico, seja em tempos de retração ou de expansão, para todos os tipos de investidores - novatos ou veteranos - e para os diversos portes da aplicação, desde aquele dinheiro acumulado no cofrinho até cifras volumosas.

Acompanhe abaixo os 10 erros mais comuns na hora de escolher um fundo de investimento:

1 - Analisar exclusivamente a rentabilidade passada - Não se esqueça: os ganhos registrados numa aplicação em períodos anteriores não são garantias de bom desempenho no futuro. Então, não considere apenas a rentabilidade como fator de decisão na hora de escolher entre as opções de fundos. O histórico dos ganhos, contudo, pode ser um bom indicador. É possível identificar o desempenho do gestor no auge de uma crise financeira, e fazer uma comparação com os outros fundos de mesma classe e no mesmo período para identificar se a rentabilidade foi próxima à de outros fundos do mercado.

2 - Ignorar os prazos - Você sabe por quanto tempo deverá deixar o dinheiro investido? Antes de escolher um tipo de fundo, é fundamental responder a essa questão. A partir daí, você poderá selecionar as aplicações mais indicadas para o período que pretende investir (curto ou longo prazo). Não é aconselhável escolher um fundo com estratégia de longo prazo para aplicar o dinheiro que será utilizado em pouco tempo, três meses, por exemplo, ou o dinheiro reservado para emergências.

3 - Investir sem metas - Não existe o melhor tipo de fundo. A aplicação mais indicada será aquela que mais combina com os seus objetivos financeiros. Se a sua meta é formar uma reserva para uma situação de emergência é preciso privilegiar a liquidez e a baixa oscilação do fundo escolhido. Para quem deseja realizar uma aplicação de longo prazo, tem a possibilidade de aplicar em fundos de maior risco, buscando no longo prazo uma maior rentabilidade.

4 - Não ler o prospecto -
Este é o principal documento do fundo de investimento. Nele você encontra o objetivo do fundo, a política de investimento, os fatores de riscos, as regras de tributação, as taxas de administração e a identificação do administrador. Diante destas informações, você pode conhecer melhor o estilo de gestão do fundo, e a classificação de risco.

5 - Concentrar o dinheiro - Aplicar os seus recursos em apenas um tipo de fundo é uma estratégia muito arriscada. O mais indicado é diversificar seus recursos. Se você tiver apenas uma parcela do seu dinheiro aplicado (de longo prazo) em renda variável, conseguirá limitar os impactos da baixa, que deverá ficar restrito àquela parcela de seus recursos. Agora, se reunir todo o seu dinheiro em um Fundo de Ação, o seu risco será bem maior. Além disso, é importante diversificar porque os ganhos de algum fundo podem compensar o desempenho negativo de outro.

6 - Seguir indicações de amigos - O colega de trabalho teve um ótimo retorno com uma aplicação em um determinado fundo. Antes de aplicar o seu dinheiro no mesmo fundo do seu colega, você deve se informar sobre os riscos que esse fundo oferece. Ao escolher um fundo que não combina com os seus objetivos pessoais e o seu perfil de risco, você corre o risco de precisar sacar na hora errada e passar bem longe da rentabilidade projetada.

7 - Excesso de confiança - Não ignore os riscos reais de perda de um fundo para considerar apenas um cenário possivelmente favorável. Muitas vezes, o excesso de confiança leva a atitudes precipitadas, sem que se obtenha todas as informações necessárias.

8 - Desconhecer o seu perfil de risco - Geralmente as chances de ganhos aumentam em proporção ao risco dos fundos. É necessário levar em consideração todos os riscos de um fundo cuja carteira é composta por ativos de alto risco, esses fundos podem gerar uma boa valorização na cota, mas também uma queda brusca, impactando diretamente no valor investido. Nesse item, considere os seus objetivos e características pessoais. É importante levar em consideração que os fundos de investimento com maior risco são indicados para investimentos de longo prazo.

9 - Esquecer de atualizar a carteira - Você é o principal responsável pela gestão do seu dinheiro e deve estar atento, pois seus objetivos e perfil de risco variam ao longo do tempo. Dessa forma, é importante adequar seus investimentos com suas novas metas, para isso, consulte o gerente do banco, e após fazê-lo, analise todas as possibilidades de diversificação.

10 - Desconsiderar o fator tributário - Na hora da escolha, é preciso também levar em conta o fator tributário. O governo incentiva as aplicações de longo prazo e, por isso, as alíquotas de IR variam conforme o tempo do investimento. Além disto, a tributação nos fundos de investimentos depende da natureza do fundo.

• Fundos de curto prazo:
fundos em que o prazo médio dos títulos que compõem a carteira é inferior a 365 dias.
Neles as alíquotas adotadas são:

22,5% para quem investir por até 6 meses;
20% para quem investir por mais de 6 meses.

• Fundos de longo prazo: fundos em que o prazo dos títulos que compõem a carteira supera 365 dias. Neles as alíquotas adotadas são:

22,5% de Imposto de Renda para aplicações de até 6 meses;
20% de IR para aplicações entre 181 e 360 dias;
17,5% de IR para aplicações entre 361 e 720 dias;
15% de IR para as aplicações com prazo superior a 720 dias.

• Fundos de previdência: A alíquota varia de acordo com o prazo:

35% para investimentos por um prazo de até 2 anos;
30% para investimentos de mais de 2 anos e menos de 4 anos;
25% para investimentos de mais de 4 anos e menos de 6 anos;
20% para investimentos de mais de 6 anos e menos de 8 anos;
15% para investimentos de mais de 8 anos e menos de 10 anos;
10% para investimentos de mais de 10 anos.

• Fundos de ações: são tributados da mesma forma que investimento direto em ações, com alíquota única de 15%.

Há incidência de IOF (Imposto sobre operações financeiras) nos fundos de renda fixa com liquidez diária. A incidência deste imposto ocorre de acordo com uma tabela regressiva até o 29º dia da aplicação. A partir do 30º dia, não há incidência do IOF. O IR e IOF* incidem sobre o ganho nas aplicações.
*O IOF não incide sobre os fundos de ações

Fonte: Como investir

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Investimento Exóticos

Olá pessoal,

Depois da implosão das hipotecas Wall Stret precisou encontrar outras formas de ganhar dinheiro, algumas meio estranhas, mas... acompanhe:

Os banqueiros pretendem comprar "life settlements", seguros de vida que os doentes e idosos vendem em troca de dinheiro - US$ 400 mil por um seguro de US$ 1 milhão, digamos, dependendo da expectativa de vida da pessoa assegurada. Depois, eles planejam "securitizar" essas apólices, no jargão de Wall Street, reunindo centenas ou milhares delas em títulos remunerados. Então eles irão revender esses títulos para investidores, como grandes fundos de pensão, que receberão o retorno quando as pessoas asseguradas morrerem.

Quanto mais cedo o assegurado morrer, maior o retorno - apesar do fato de que, se as pessoas viverem mais do que o esperado, os investidores podem ter pouco retorno ou até mesmo perder dinheiro.

De qualquer forma, Wall Street lucraria ao embolsar taxas consideráveis para criar os títulos, revendê-los e negociá-los. Mas algumas pessoas que estudaram a venda de apólices alertam que as seguradoras podem ter que aumentar os prêmios em curto prazo se acabarem tendo que pagar por mais mortes do que esperavam.

A ideia ainda está na fase de planejamento. Mas "nossos telefones já estão tocando sem parar com perguntas", diz Kathleen Tillwitz, vice-presidente da DBRS, que classifica o risco de investimentos e está recebendo nove propostas para securitização de seguros de vida de investidores privados e firmas financeiras, incluindo a Credit Suisse.
"Esperamos conseguir uma multidão depois da primeira oferta", disse um banqueiro de investimentos sem autorização para falar à imprensa.

Logo após a crise financeira, os investimentos exóticos sonhados por Wall Street receberam grande parte da culpa. Não foram simplesmente os ativos de hipotecas subprime, mas uma variedade de produtos - swap de crédito, investimento estruturado, obrigações de dívidas subsidiadas - que se mostraram bem mais arriscados do que se imaginava.

O colapso proporcionou uma má fama à magia financeira em todo o mundo, mas não em Wall Street. Mesmo enquanto Washington debate aumentar a regulamentação financeira, os banqueiros estão correndo para elaborar novos produtos.

Além de securitizar as apólices compradas, por exemplo, alguns bancos estão reempacotando seus títulos com prejuízo em outros mais bem qualificados, chamados de "re-remics" (ressecuritização de investimentos canalizados de hipotecas do mercado imobiliário). Morgan Stanley diz que pelo menos US$ 30 bilhões em re-remics residenciais foram feitos este ano.

A inovação financeira pode ser boa, é claro, ao reduzir o custo dos empréstimos para todos, dando aos consumidores mais escolhas de investimentos e, mais amplamente, ajudando a economia a crescer. E os que propõem a securitização das apólices compradas dizem que isso irá beneficiar os que querem resgatar o dinheiro de suas apólices enquanto ainda estão vivas.

Mas alguns estão desiludidos com o rápido retorno de Wall Street à sua velha forma, caçando lucros com produtos novos complicados.

"É algo dúbio", disse James D. Cox, professor de legislação de empresas e de títulos na Universidade Duke. "A parte boa é que há investidores interessados em produtos exóticos criados por instituições financeiras que cobram taxas altas e agências de classificação que recebem dinheiro para avaliar os riscos. A parte ruim é que estamos de volta aos bons e velhos tempos."

De fato, o que é bom para Wall Street pode ser ruim para o setor de seguros, e talvez para os consumidores também. Isso é porque os assegurados normalmente desistem de seus seguros de vida antes de morrer, por várias razões - seus filhos crescem e não precisam mais de proteção financeira, ou os prêmios ficam muito caros. Quando isso acontece, a seguradora não precisa fazer o pagamento.

Mas se uma apólice for comprada e transformada em título, os investidores continuarão pagando os prêmios que de outra forma teriam sido abandonados; e como resultado, mais apólices continuarão ativas, garantindo mais pagamentos com o tempo e menos dinheiro para as companhias de seguros.

"Quando eles estabeleceram seus prêmios, estavam se baseando em previsões que estavam erradas", disse Neil A. Doherty, professor da Wharton que estuda a venda de apólices.

De fato, Doherty diz que em resposta à securitização generalizada, as seguradoras provavelmente teriam que aumentar os prêmios para as novas apólices de seguro de vida.

Críticos da venda de apólices acreditam que "isso derruba a ideia do que o seguro de vida deveria ser", disse Steven Weisbart, vice-presidente sênior e economista chefe do Instituto de Informações sobre Seguros, um grupo que reúne empresas do setor. "Não é um produto de investimento, um produto para fazer apostas."

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Abraços e sorte!

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